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Saúde emocional · Rastreio

PCL-5: Lista de Verificação do TEPT para o DSM-5

A PCL-5 é o questionário de autorrelato mais usado para rastrear sintomas de estresse pós-traumático pelo DSM-5.

Itens
20
Escore total
0 a 80
Período
Último mês
Duração
5 a 10 minutos

PCL-5 em resumo

A Lista de Verificação do TEPT para o DSM-5 (PCL-5) é um questionário de autorrelato do National Center for PTSD (Weathers et al., 2013) que mede o quanto 20 sintomas de estresse pós-traumático incomodaram no último mês. Cada item vale de 0 a 4, com total de 0 a 80. A faixa de 31 a 33 indica TEPT provável; no Brasil, o corte de 36 teve a melhor eficiência. É rastreio: não fecha diagnóstico.

Itens
20
Escore total
0 a 80
Período
Último mês
Duração
5 a 10 minutos
Corte provisório
31 a 33 (NCPTSD)
Corte brasileiro
36 (Pereira-Lima, 2019)
Regra por critérios
Item ≥ 2: 1 B, 1 C, 2 D e 2 E
Público
Adultos (18 anos ou mais)

O que o PCL-5 avalia?

1Intrusão (B)

Lembranças indesejadas, sonhos perturbadores, revivescência e reações emocionais ou físicas diante de lembretes do evento (itens 1 a 5).

2Evitação (C)

Esforço para afastar pensamentos e sentimentos ligados ao evento e para evitar pessoas, lugares e situações que o lembram (itens 6 e 7).

3Cognição e humor (D)

Lacunas de memória, crenças negativas, culpa, emoções negativas, perda de interesse e distanciamento afetivo (itens 8 a 14).

4Excitação e reatividade (E)

Irritabilidade, comportamento de risco, hipervigilância, sobressalto, dificuldade de concentração e problemas de sono (itens 15 a 20).

Dados que viram resultado

Do PCL-5 ao gráfico e ao laudo

Você transcreve as 20 respostas de 0 a 4 da PCL-5 já respondida, a data da aplicação e, se quiser, o tempo desde o evento e a forma de exposição. Com isso, o laudo-base reúne posição frente aos cortes, regra por critérios, perfil dos clusters e próximos passos, pronto para a sua revisão clínica.

  • Total, clusters e regra calculados juntos
  • Dois cortes lado a lado
  • Item 16 e evento-índice preservados

Correção programada e Cérebro PontoAzul

O servidor soma o total e os clusters, aplica a regra provisória (item ≥ 2; 1 B, 1 C, 2 D, 2 E), compara com os cortes de 31 a 33 e 36 e sinaliza o item 16.

Testar com PCL-5

Calculadora de idade cronológica

Lista de Verificação do Transtorno de Estresse Pós-Traumático para o DSM-5 (PTSD Checklist for DSM-5 – PCL-5)

Autor(es): Frank W. Weathers, Brett T. Litz, Terence M. Keane, Patrick A. Palmieri, Brian P. Marx e Paula P. Schnurr (National Center for PTSD); adaptação brasileira de Flávia L. Osório e colaboradores · 2013 (adaptação brasileira: 2017; validação diagnóstica brasileira: 2019)

Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .

O que é o PCL-5?

A PTSD Checklist for DSM-5 (PCL-5) foi publicada em 2013 por Frank W. Weathers e colegas do National Center for PTSD, do Departamento de Assuntos de Veteranos dos Estados Unidos, como revisão da PCL criada para o DSM-IV. Quando o DSM-5 reorganizou o transtorno de estresse pós-traumático em quatro grupos de sintomas e acrescentou novos critérios, a lista passou de 17 para 20 itens e a escala de resposta mudou de 1–5 para 0–4. A PCL-5 é de domínio público, com formas para o último mês e a última semana.

A pessoa pensa na experiência mais estressante que viveu e indica o quanto cada problema a incomodou no último mês, de 0 (de modo nenhum) a 4 (extremamente), com total de 0 a 80 dividido em intrusão (B), evitação (C), alterações negativas em cognições e humor (D) e alterações na excitação e na reatividade (E). No estudo de desenvolvimento com universitários expostos a trauma, Blevins et al. (2015) encontraram alfa de 0,94 e correlação teste-reteste de 0,82.

No Brasil, Osório et al. (2017) fizeram a adaptação transcultural pelas etapas de Beaton: traduções independentes, síntese, retrotradução, aprovação do autor original, comitê de especialistas e pré-teste. Depois, Pereira-Lima et al. (2019) compararam a escala com a SCID-5-CV em 85 adultos de 18 a 75 anos expostos a trauma: alfa de 0,96, reteste de 0,87 e melhor eficiência global no corte de 36.

Indicação e população

A PCL-5 é indicada para adultos expostos a um evento potencialmente traumático: acidentes, violência física ou sexual, assaltos, desastres, morte violenta de pessoa próxima e exposição profissional repetida a detalhes de tragédias, como em socorristas e policiais. Serve para rastrear quem precisa de entrevista diagnóstica, descrever o perfil pelos quatro clusters e medir a resposta ao tratamento. Na avaliação neuropsicológica, ajuda a entender queixas de concentração, memória, sono e irritabilidade que podem estar ligadas ao trauma, e não a um déficit primário.

Quando o PCL-5 não é a melhor escolha

A PCL-5 não confirma TEPT nem substitui a entrevista diagnóstica: para isso, use a CAPS-5 ou a SCID-5 conduzidas por profissional treinado. Ela também não avalia ideação suicida; nesse caso, recorra à BSI e à entrevista de risco. Em menores de 18 anos, prefira instrumentos com versão e estudo próprios.

Estrutura do PCL-5

Os 20 itens seguem um a um os sintomas do DSM-5 e se agrupam em quatro clusters de tamanhos diferentes. Antes dos itens, as formas com Critério A trazem perguntas breves sobre o pior evento; elas não somam pontos.

DimensãoItensO que avalia
Critério A (opcional)Parte inicialPior evento, tempo decorrido e forma de exposição; não soma pontos.
B — Intrusão1–5Lembranças intrusivas, pesadelos, revivescência, sofrimento e reações físicas diante de lembretes. Exige 1 sintoma.
C — Evitação6–7Evitação de lembranças internas e de lembretes externos do evento. Exige 1 sintoma.
D — Cognição e humor8–14Amnésia do evento, crenças negativas, culpa, emoções negativas, perda de interesse, distanciamento e anestesia afetiva. Exige 2 sintomas.
E — Excitação e reatividade15–20Raiva, comportamento de risco, hipervigilância, sobressalto, concentração e sono. Exige 2 sintomas.
Item crítico16Correr riscos ou fazer coisas que podem causar mal: com resposta 2 ou mais, pede avaliação direta prioritária.

Protocolo de aplicação

  1. 1

    Explique que o questionário trata de reações a uma experiência muito estressante e que a pessoa não precisa descrever o evento em detalhes para responder.

  2. 2

    Se usar a forma com Critério A, registre o pior evento, há quanto tempo aconteceu e como a pessoa foi exposta, sem pressionar por relato.

  3. 3

    Peça que cada resposta se refira ao último mês, ou à última semana na forma semanal, e mantenha a mesma forma nas reavaliações.

  4. 4

    Na devolução, confira itens em branco ou com duas marcações e esclareça com a pessoa; a correção não prorrateia respostas ausentes.

  5. 5

    Leia o item 16 antes de encerrar: com resposta 2 ou mais, faça avaliação direta de comportamentos de risco e de autolesão na mesma sessão.

Como corrigir o PCL-5

A correção da PCL-5 produz duas leituras que não devem ser confundidas. A primeira é o escore contínuo: a soma dos 20 itens, de 0 a 80, posicionada diante da faixa de corte de 31 a 33 e, no Brasil, do corte de 36. A segunda é a regra provisória por critérios, que imita a estrutura do DSM-5: cada item com 2 ou mais conta como sintoma, e a regra exige ao menos 1 sintoma de intrusão, 1 de evitação, 2 de cognição e humor e 2 de excitação e reatividade. Como os clusters têm de 2 a 7 itens, o perfil se compara pela média por item.

No estudo brasileiro, 40% da amostra tinha TEPT pela SCID-5-CV; por isso, os valores preditivos do corte de 36 (0,68 e 0,95) não indicam a chance individual de diagnóstico.

No PontoAzul, você transcreve as 20 respostas de 0 a 4, a data e, se quiser, o registro do evento-índice. A plataforma recusa protocolos incompletos, soma total e clusters, calcula a média por item, aplica a regra provisória, mostra o cluster a uma marcação de completá-la, compara o total com os cortes de 31 a 33 e 36 e destaca o item 16 endossado.

  1. Confira se cada um dos 20 itens recebeu uma única resposta inteira: 0 de modo nenhum, 1 um pouco, 2 moderadamente, 3 muito e 4 extremamente.

  2. Some os 20 itens para obter o escore total (0 a 80). Não estime respostas em branco: retome o item com a pessoa antes de corrigir.

  3. Some os clusters: B itens 1–5 (0 a 20), C itens 6–7 (0 a 8), D itens 8–14 (0 a 28) e E itens 15–20 (0 a 24). Para comparar clusters, divida cada soma pelo número de itens.

  4. Aplique a regra provisória por critérios: todo item com 2 ou mais conta como sintoma; a regra exige pelo menos 1 sintoma em B, 1 em C, 2 em D e 2 em E.

  5. Posicione o total diante da faixa de corte de 31 a 33 do National Center for PTSD e do corte de 36 do estudo brasileiro de Pereira-Lima et al. (2019), registrando qual referência nomeia o resultado.

  6. Leia o item 16 separadamente e anote a data e o tempo desde o evento.

Exemplo de correção

Exemplo demonstrativo: mulher fictícia de 29 anos, avaliada cinco meses depois de um acidente de trânsito, com queixa de pesadelos e medo de dirigir. Respostas transcritas do protocolo:

Cluster B (1–5)
3+2+2+3+3 = 13
Cluster C (6–7)
3+2 = 5
Cluster D (8–14)
0+2+1+3+1+2+1 = 10
Cluster E (15–20)
1+0+3+3+2+3 = 12
Total
13+5+10+12 = 40
Sintomas (item ≥ 2)
B 5, C 2, D 3, E 4

Total 40, acima da faixa de 31 a 33 e do corte brasileiro de 36. A regra provisória foi atendida nos quatro clusters, e a maior média por item ficou em intrusão (13 ÷ 5 = 2,6). O item 16 foi zero. Resultado: rastreio positivo, que pede entrevista clínica para confirmar ou afastar TEPT.

Interpretação dos resultados

A PCL-5 não tem faixas oficiais de gravidade, percentis nem escores-T. O National Center for PTSD indica que um total entre 31 e 33 sugere TEPT provável; esses valores foram os mais eficientes contra a CAPS-5 em veteranos (Bovin et al., 2016). Na validação brasileira com 85 adultos expostos a trauma, o corte de 36 teve a melhor eficiência global (Pereira-Lima et al., 2019). As faixas abaixo só posicionam o total diante dessas referências.

FaixaClassificaçãoLeitura clínica
0 a 30Abaixo do corteRastreio negativo pelo escore. Sofrimento ligado ao evento ainda pode existir; leia a regra por critérios e os itens intensos.
31 a 33Faixa provisóriaDentro da zona em que os estudos variam e o NCPTSD sugere TEPT provável; aprofundar em entrevista.
34 a 35Acima da faixaAcima da faixa norte-americana, mas abaixo do corte brasileiro de 36; registrar as duas leituras no laudo.
36 a 80Corte brasileiroNo corte de 36 ou acima dele: rastreio positivo nas duas referências, com indicação de avaliação diagnóstica.

Escore e regra por critérios são leituras independentes: o total pode ser alto sem a regra, e o inverso também ocorre. Para acompanhamento, queda de 10 pontos sugere resposta ao tratamento, e total abaixo de 28 já foi usado como mudança clinicamente significativa (Marx et al., 2022). Nenhum desses números diagnostica TEPT ou classifica gravidade.

Erros comuns na correção manual

Usar a escala antiga de 1 a 5

A PCL do DSM-IV tinha 17 itens de 1 a 5. Misturar as versões desloca o total e invalida os cortes.

Contar sintoma a partir de 1 ponto

Na regra provisória, só respostas 2 (moderadamente) ou mais contam como sintoma. Contar o 1 infla os clusters D e E e produz falsos positivos.

Esquecer o item 16 dentro do total

Comportamento de risco endossado pede avaliação direta, mesmo com total abaixo de 31. A soma global não substitui essa leitura.

Ignorar o tempo desde o evento

Se o evento ocorreu há menos de um mês, o período de referência inclui dias anteriores a ele e o critério de duração do DSM-5 não pode ser lido.

No PontoAzul, a correção do PCL-5 segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.

Como o PCL-5 aparece no laudo

O PontoAzul leva ao laudo-base o total, os dois cortes, a regra por critérios e o perfil dos clusters; a descrição do evento não entra no texto.

Em 08/10/2026, a avaliada respondeu à Lista de Verificação do TEPT para o DSM-5 (PCL-5; Weathers et al., 2013; versão brasileira de Osório et al., 2017), com referência ao último mês e a um acidente de trânsito ocorrido cinco meses antes. Obteve 40 de 80 pontos, acima da faixa de corte provisória de 31 a 33 e do corte brasileiro de 36 (Pereira-Lima et al., 2019). Considerando como sintoma os itens marcados como moderadamente ou mais, a regra provisória foi atendida nos quatro clusters, com maior intensidade relativa em intrusão. O item 16 não foi endossado. O resultado indica rastreio positivo e sugere entrevista diagnóstica estruturada, com exame de duração, prejuízo e diferenciais.

Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.

PCL-5 e instrumentos parecidos

  • CAPS-5: A CAPS-5 é a entrevista clínica estruturada de referência para diagnosticar TEPT. A PCL-5 é o autorrelato breve que indica quem precisa dessa entrevista e acompanha a evolução.
  • PHQ-9: O PHQ-9 rastreia sintomas depressivos. Perda de interesse e distanciamento aparecem nos dois; aplicar ambos ajuda a separar depressão de TEPT.
  • BAI: O BAI mede ansiedade com ênfase em sintomas físicos, sem ancorar as respostas em um evento. A PCL-5 liga cada sintoma à experiência estressante.
  • BSI: A Escala de Ideação Suicida de Beck investiga pensamentos e planos suicidas, tema que a PCL-5 não cobre. Use a BSI quando o caso levantar essa suspeita.

Referências e fontes públicas

Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.

Bibliografia complementar (6)
  1. Weathers, F. W., Litz, B. T., Keane, T. M., Palmieri, P. A., Marx, B. P., & Schnurr, P. P. (2013). The PTSD Checklist for DSM-5 (PCL-5). National Center for PTSD. https://www.ptsd.va.gov
  2. Blevins, C. A., Weathers, F. W., Davis, M. T., Witte, T. K., & Domino, J. L. (2015). The Posttraumatic Stress Disorder Checklist for DSM-5 (PCL-5): Development and initial psychometric evaluation. Journal of Traumatic Stress, 28(6), 489–498. https://doi.org/10.1002/jts.22059
  3. Bovin, M. J., Marx, B. P., Weathers, F. W., Gallagher, M. W., Rodriguez, P., Schnurr, P. P., & Keane, T. M. (2016). Psychometric properties of the PTSD Checklist for Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders–Fifth Edition (PCL-5) in veterans. Psychological Assessment, 28(11), 1379–1391. https://doi.org/10.1037/pas0000254
  4. Osório, F. L., Silva, T. D. A., Santos, R. G., Chagas, M. H. N., Chagas, N. M. S., Sanches, R. F., & Crippa, J. A. S. (2017). Posttraumatic Stress Disorder Checklist for DSM-5 (PCL-5): Transcultural adaptation of the Brazilian version. Archives of Clinical Psychiatry, 44(1), 10–19. https://doi.org/10.1590/0101-60830000000107
  5. Pereira-Lima, K., Loureiro, S. R., Bolsoni, L. M., Apolinario da Silva, T. D., & Osório, F. L. (2019). Psychometric properties and diagnostic utility of a Brazilian version of the PCL-5 (complete and abbreviated versions). European Journal of Psychotraumatology, 10(1), 1581020. https://doi.org/10.1080/20008198.2019.1581020
  6. Marx, B. P., Lee, D. J., Norman, S. B., Bovin, M. J., Sloan, D. M., Weathers, F. W., Keane, T. M., & Schnurr, P. P. (2022). Reliable and clinically significant change in the Clinician-Administered PTSD Scale for DSM-5 and PTSD Checklist for DSM-5 among male veterans. Psychological Assessment, 34(2), 197–203. https://doi.org/10.1037/pas0001098

Perguntas frequentes sobre o PCL-5

Quantos itens tem a PCL-5?
A PCL-5 tem 20 itens, um para cada sintoma de TEPT do DSM-5, respondidos de 0 (de modo nenhum) a 4 (extremamente). O total varia de 0 a 80, distribuído em intrusão (1–5), evitação (6–7), cognição e humor (8–14) e excitação (15–20).
Qual o ponto de corte da PCL-5?
O National Center for PTSD indica a faixa de 31 a 33 como sugestiva de TEPT provável. Na validação brasileira de Pereira-Lima et al. (2019), o corte de 36 teve a melhor eficiência global, com sensibilidade de 0,94 e especificidade de 0,71. Registre a referência usada.
Como calcular a pontuação da PCL-5?
Some as 20 respostas de 0 a 4 para o total de 0 a 80. Some também os clusters B (1–5), C (6–7), D (8–14) e E (15–20) e aplique a regra provisória: item com 2 ou mais é sintoma.
O que é o diagnóstico provisório da PCL-5?
É a regra que imita os critérios do DSM-5: cada item marcado como moderadamente ou mais conta como sintoma, e são exigidos 1 de intrusão, 1 de evitação, 2 de cognição e humor e 2 de excitação. Apesar do nome, é rastreio e pede confirmação em entrevista.
A PCL-5 diagnostica TEPT?
Não. A PCL-5 rastreia sintomas e mede intensidade, mas não confirma exposição, duração, prejuízo funcional nem as exclusões que o diagnóstico exige. A confirmação vem de entrevista clínica estruturada, como a CAPS-5 ou a SCID-5.
Existe versão brasileira validada da PCL-5?
Sim. Osório et al. (2017) fizeram a adaptação transcultural, com tradução, retrotradução, comitê de especialistas e pré-teste. Pereira-Lima et al. (2019) estudaram 85 adultos expostos a trauma e encontraram alfa de 0,96, reteste de 0,87 e área sob a curva de 0,85 contra a SCID-5-CV.
A PCL-5 avalia risco de suicídio?
Não. Nenhum item pergunta sobre ideação suicida. O item 16, sobre correr riscos ou fazer coisas que podem causar mal, pede avaliação direta quando marcado com 2 ou mais. Diante de qualquer sinal de risco, investigue pensamentos, plano, intenção e meios, construa um plano de segurança e acione a rede: CAPS, UPA, SAMU 192 e CVV 188.
Como o PontoAzul ajuda com a PCL-5?
Você transcreve as 20 respostas e, se quiser, o evento-índice. O PontoAzul soma total e clusters, aplica a regra provisória, posiciona o resultado nos cortes de 31 a 33 e 36, destaca o item 16 e gera gráficos e laudo-base editável, sem reproduzir o relato do evento.

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