1Afeto e humor
Parte dos itens aborda tristeza, prazer e reações emocionais que a criança reconhece em si.
CDI reúne 27 respostas da própria criança ou adolescente sobre sintomas depressivos e gera um total de 0 a 54 pontos. Na plataforma, quatro faixas vêm da planilha operacional do protocolo: 0–13, 14–27, 28–40 e 41–54. Conferir soma e origem das faixas é essencial, porque estudos brasileiros empregaram versões e cortes diferentes. O PontoAzul organiza o total e a faixa do fluxo atual para revisão clínica no laudo-base.
O Inventário de Depressão Infantil (CDI) de Maria Kovacs é um autorrelato de sintomas depressivos para crianças e adolescentes, publicado em versão de 27 itens em 1992. Cada resposta vale 0, 1 ou 2; o total vai de 0 a 54. O PontoAzul mostra quatro faixas operacionais provenientes da planilha do protocolo. Estudos brasileiros empregaram versões e cortes distintos, incluindo 17; a classificação do aplicativo não deve ser confundida com diagnóstico ou percentil.
Parte dos itens aborda tristeza, prazer e reações emocionais que a criança reconhece em si.
Respostas captam autopercepção e expectativas negativas, que precisam ser compreendidas no desenvolvimento da criança.
Outros itens investigam escola, convivência e manifestações comportamentais ou corporais associadas ao sofrimento.
Você registra 27 códigos do CDI já aplicado. O total e a faixa seguem ao laudo-base editável para sua interpretação clínica.
A correção programada do PontoAzul soma 0 a 54 e associa a faixa operacional da planilha.
Testar com CDICalcule a idade na data de aplicação do CDI
Autor(es): Maria Kovacs; estudos brasileiros de Cruvinel, Boruchovitch e Santos · 1992; estudo brasileiro: 2008
Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .
O Inventário de Depressão Infantil (CDI) deriva do trabalho de Maria Kovacs sobre avaliação de sintomas depressivos em crianças e adolescentes. O manual publicado em 1992 descreveu a versão de 27 itens, e a própria autora esclareceu depois que existem versões curtas e formulários para outros informantes. O protocolo de 27 itens usado aqui é autorreferido: a criança ou adolescente seleciona uma de três alternativas por item, codificadas de 0 a 2. O somatório pode variar de 0 a 54.
O CDI reúne manifestações afetivas, cognitivas e comportamentais. Pesquisa brasileira de Miriam Cruvinel, Evely Boruchovitch e Acácia Aparecida Angeli dos Santos, publicada em 2008, examinou versões do instrumento em escolares e discutiu a dificuldade de separar fatores de forma estável. Parte da literatura nacional aplicou ponto de corte 17, mas nem sempre com os 27 itens intactos: um dos estudos retirou o item de conteúdo suicida e usou 26 itens na aplicação. Por isso, o corte citado em artigo não deve ser automaticamente transplantado para a planilha operacional desta plataforma.
No PontoAzul, 27 respostas geram total bruto e quatro faixas da planilha-fonte. Elas são úteis para descrever a saída efetiva do sistema, mas não representam percentis, escore T ou diagnóstico. Uma resposta de risco exige investigação própria, qualquer que seja a faixa final.
Use o CDI como parte de avaliação de sintomas depressivos em crianças e adolescentes de 7 a 17 anos, faixa descrita na literatura para a versão de Kovacs. Pode ajudar a orientar entrevista clínica, acompanhamento escolar ou investigação de mudança de humor, sempre considerando compreensão dos itens, capacidade de autorrelato e contexto. Quando uma criança tem dificuldade para responder sozinha, planeje aplicação adequada e combine informações de responsáveis e escola. O CDI não substitui entrevista diagnóstica, observação e avaliação específica de risco.
Quando o CDI não é a melhor escolha
Não use o CDI isoladamente para diagnosticar depressão nem para descartar risco quando um item sensível preocupa. Não misture resultado da versão de 27 itens com pesquisa que usou versão reduzida ou 26 itens. Para adultos, o PHQ-9 responde a outra população; para ansiedade infantil, considere a escala de traço-ansiedade ou SCARED conforme a pergunta.
O fluxo de 27 itens produz um total bruto; os temas abaixo orientam leitura, não subescalas calculadas.
| Dimensão | Itens | O que avalia |
|---|---|---|
| Afeto e humor | 27 itens no total | Tristeza, prazer e reações emocionais presentes no autorrelato. |
| Pensamentos | 27 itens no total | Autopercepção e expectativas ligadas ao sofrimento emocional. |
| Rotina e vínculos | 27 itens no total | Escola, relações e manifestações comportamentais ou corporais. |
Confirme que foi aplicado o formulário CDI de 27 itens e registre a idade na data da avaliação.
Apresente as três alternativas do protocolo e verifique se a criança compreendeu como escolher uma por item.
Confira todas as 27 marcações, incluindo qualquer resposta de conteúdo sensível que exija atenção imediata.
Transcreva os códigos de 0 a 2 no PontoAzul e confira se nenhum item ficou em branco.
Revise total, faixa operacional e informações clínicas antes de incluir o resultado no laudo.
Cada um dos 27 itens recebe 0, 1 ou 2 pontos. Somar os 27 códigos produz total bruto de 0 a 54. A implementação exige resposta para todos os itens e não calcula subescalas por fator. A planilha-fonte associada ao aplicativo apresenta quatro intervalos operacionais: 0–13, 14–27, 28–40 e 41–54. O sistema reproduz esses intervalos e os rótulos da planilha; eles não foram extraídos do artigo brasileiro que descreve corte 17 em outro contexto de pesquisa.
Um resultado de 18, por exemplo, entra na faixa 14–27 da planilha, mas não comprova depressão leve como diagnóstico clínico. Também não elimina o dever de examinar uma resposta individual preocupante. No PontoAzul, você registra 27 respostas e a plataforma calcula o total de 0 a 54 e a faixa operacional correspondente, mantendo o resultado associado ao caso e disponível para revisão do laudo-base.
Confirme o CDI de 27 itens, sem substituir por versão reduzida ou CDI 2.
Registre uma alternativa codificada de 0, 1 ou 2 para cada item.
Some os 27 códigos para obter total de 0 a 54.
Localize o total na faixa operacional da planilha: 0–13, 14–27, 28–40 ou 41–54.
Examine separadamente qualquer resposta de risco e interprete total com idade, entrevista e contexto.
Exemplo de correção
Caso fictício: adolescente de 13 anos respondeu aos 27 itens; nove respostas receberam 2 pontos e as demais receberam 0:
O total 18 está na faixa operacional leve da planilha; não representa diagnóstico individual.
As quatro faixas abaixo reproduzem a planilha de correção usada pelo PontoAzul, não uma tabela normativa publicada no estudo brasileiro. A planilha rotula 0–13 como ausência de depressão, 14–27 como depressão leve, 28–40 como moderada e 41–54 como severa. Nesta página, esses rótulos devem ser lidos como classificação operacional do formulário, jamais como confirmação de transtorno ou gravidade clínica. O estudo de Cruvinel e colaboradores menciona corte 17 usado em parte da literatura nacional, mas também descreve versões diferentes, inclusive uma aplicação de 26 itens após retirada do item de conteúdo suicida. Não se deve transportar essa regra para o fluxo atual sem verificar versão, amostra e finalidade. Resposta individual sobre vontade de viver exige avaliação própria independentemente do total.
| Faixa | Classificação | Leitura clínica |
|---|---|---|
| 0–13 | Ausência | Rótulo operacional da planilha para menor soma de sintomas. |
| 14–27 | Leve | Faixa operacional da planilha; não equivale a diagnóstico clínico leve. |
| 28–40 | Moderada | Faixa operacional de maior soma; pede análise clínica contextual. |
| 41–54 | Severa | Maior faixa da planilha; exige revisão cuidadosa do quadro e dos itens. |
As faixas não são percentis nem derivam do estudo brasileiro citado. A soma não substitui avaliação de risco; um item sensível deve ser examinado imediatamente mesmo com total baixo.
Misturar versão reduzida e completa
Vinte e seis ou vinte itens não produzem total comparável ao protocolo de 27.
Atribuir faixas ao artigo
Os quatro intervalos vêm da planilha operacional, não da pesquisa com corte 17.
Ignorar resposta de risco
Uma resposta preocupante exige avaliação imediata, ainda que a soma final seja pequena.
Tratar rótulo como diagnóstico
Ausência ou severidade da planilha não confirmam estado clínico isoladamente.
No PontoAzul, a correção do CDI segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.
O PontoAzul inclui total e origem da faixa no laudo-base, que deve ser revisado antes do uso.
Em caso fictício, adolescente de 13 anos completou os 27 itens do CDI em 17/08/2026 e obteve total bruto de 18 em 54 pontos. Pela planilha operacional utilizada no PontoAzul, 18 pertence ao intervalo de 14–27, rotulado como leve; esse rótulo não estabelece diagnóstico. O profissional revisará as respostas individuais, especialmente qualquer conteúdo referente à vontade de viver, além de entrevistar adolescente e responsáveis sobre humor, funcionamento escolar e mudanças recentes. A síntese será integrada aos demais dados da avaliação antes de concluir ou encaminhar o caso.
Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.
Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.
Trinta e nove itens, quatro fatores e escore total de 0 a 117.
Nove itens, escore de 0 a 27 e alerta separado para o item 9.
20 respostas verdadeiro/falso e escore de 0 a 20 para expectativas negativas sobre o futuro.
Cinco itens iniciais decidem o percurso; só o caminho completo admite total de 0 a 38.
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