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Saúde emocional · Rastreio

ISI: Índice de Gravidade de Insônia (IGI)

O ISI, chamado no Brasil de Índice de Gravidade de Insônia (IGI), mede como a pessoa percebe a gravidade da própria insônia nas duas últimas semanas.

Itens
7
Escore total
0 a 28
Período
2 últimas semanas
Duração
Cerca de 5 minutos

ISI em resumo

O Índice de Gravidade de Insônia (IGI), versão brasileira do Insomnia Severity Index (ISI) de Charles Morin (1993), é um questionário de autorrelato que mede a gravidade percebida da insônia e de suas consequências nas duas últimas semanas. Os 7 itens valem de 0 a 4 e somam de 0 a 28. As faixas de Bastien, Vallières e Morin (2001) vão de 0–7, sem insônia significativa, a 22–28, insônia clínica grave. É rastreio, não diagnóstico.

Itens
7
Escore total
0 a 28
Período
2 últimas semanas
Duração
Cerca de 5 minutos
Corte brasileiro
≥ 8 (Castro, 2011)
Corte na comunidade
≥ 10 (Morin et al., 2011)
Amostra brasileira
1.101 adultos de São Paulo, 20 a 80 anos
Direitos
Charles Morin; distribuição pela Mapi Research Trust

O que o ISI avalia?

1Sintomas noturnos

Dificuldade para pegar no sono, para manter o sono e problema de despertar muito cedo (itens 1a, 1b e 1c).

2Satisfação com o sono

Quanto a pessoa está satisfeita ou insatisfeita com o padrão atual do próprio sono (item 2).

3Impacto diurno e preocupação

Interferência nas atividades do dia, percepção do problema pelos outros e preocupação com o sono (itens 3, 4 e 5).

Dados que viram resultado

Do ISI ao gráfico e ao laudo

Você transcreve os 7 itens do ISI já respondido, a data, o grupo de comparação por sexo e registros opcionais como noites por semana, duração da queixa, horários e substâncias. O resultado conferido segue para o laudo-base editável, com redação que separa gravidade percebida, rastreio e hipóteses a investigar.

  • Total, faixa e três cortes de uma vez
  • Percentil na população de São Paulo
  • Perfil noturno, satisfação e impacto

Correção programada e Cérebro PontoAzul

A correção programada do PontoAzul soma de 0 a 28, aplica as faixas de Bastien, verifica os cortes 8, 10 e 15, lê o percentil da Tabela 10 de Castro, compara cada item com a média de São Paulo e localiza o perfil no diagrama de Castro.

Testar com ISI

Calculadora de idade cronológica

Índice de Gravidade de Insônia – IGI (Insomnia Severity Index – ISI)

Autor(es): Charles M. Morin; validação de Bastien, Vallières e Morin; versão brasileira (IGI) de Laura de Siqueira Castro (UNIFESP) · 1993 (validação: 2001; versão brasileira: 2011)

Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .

O que é o ISI?

O Índice de Gravidade de Insônia (Insomnia Severity Index, ISI) foi criado pelo psicólogo canadense Charles M. Morin, da Universidade Laval, e apresentado em 1993 no livro Insomnia: Psychological Assessment and Management. A validação de Bastien, Vallières e Morin (2001), na revista Sleep Medicine, estudou 145 pacientes de clínica do sono e 78 idosos em ensaio clínico de tratamento da insônia, comparando o índice com diário de sono e polissonografia. Em 2011, Morin e colaboradores mostraram, em 959 pessoas da comunidade e 183 pacientes, consistência interna de 0,90 e 0,91 e corte ótimo de 10 pontos para detectar insônia na comunidade, com sensibilidade de 86,1% e especificidade de 87,7%.

O ISI tem 7 itens: três sobre a gravidade da dificuldade noturna (iniciar o sono, mantê-lo e despertar cedo demais), um sobre satisfação com o sono e três sobre consequências, como interferência no dia, percepção do problema pelos outros e preocupação. O instrumento é protegido por direitos autorais de Morin e distribuído pela Mapi Research Trust, que concede o uso; por isso esta página descreve os temas sem transcrever o formulário.

No Brasil, o nome adotado é IGI. Laura de Siqueira Castro traduziu e validou o índice em dissertação de mestrado na UNIFESP (2011), dentro do estudo epidemiológico EPISONO, com amostra probabilística de 1.101 adultos de São Paulo entre 20 e 80 anos. O alfa foi de 0,865, a estrutura principal foi de um fator (56% da variância), e o total maior que 7 separou insones crônicos de bons dormidores com sensibilidade de 73% e especificidade de 80%. A média da amostra foi 7,87.

Indicação e população

O ISI é indicado para adultos com queixa de sono em avaliação psicológica, neuropsicológica e clínica, para rastrear insônia e medir a gravidade percebida. Na avaliação neuropsicológica, ajuda a interpretar queixas de atenção, memória e fadiga que podem refletir sono ruim. Em psicoterapia, especialmente na terapia cognitivo-comportamental para insônia, a reaplicação mostra a resposta: Morin et al. (2011) associaram redução média de 8,4 pontos a melhora moderada. Em adolescentes de 12 a 19 anos, Chung et al. (2011) estudaram 1.516 escolares e encontraram melhor equilíbrio com corte 9. Junto ao PHQ-9 e ao GAD-7, situa a insônia entre sintomas depressivos e ansiosos.

Quando o ISI não é a melhor escolha

O ISI não mede frequência semanal, duração em meses, horários, sonolência diurna, ronco ou pausas respiratórias, então não diagnostica transtorno de insônia nem aponta a causa. Para qualidade global do sono no último mês, o PSQI é mais amplo; para sonolência diurna, a Escala de Sonolência de Epworth. Suspeita de apneia ou pernas inquietas pede avaliação por especialista em sono. Em crianças pequenas, o ISI não tem validação.

Estrutura do ISI

A versão brasileira numera os itens como 1a, 1b, 1c, 2, 3, 4 e 5, que correspondem aos sete itens do original. Todos se referem às duas últimas semanas e têm cinco opções pontuadas de 0 a 4, sempre da melhor para a pior situação. Não há item invertido.

DimensãoItensO que avalia
Início do sono1aGravidade da dificuldade em pegar no sono, de nenhuma (0) a muito grave (4).
Manutenção do sono1bGravidade da dificuldade em manter o sono durante a noite.
Despertar precoce1cProblema de acordar muito cedo; formou fator isolado na amostra brasileira.
Satisfação2De muito satisfeito (0) a muito insatisfeito (4) com o padrão atual de sono.
Interferência diurna3Quanto o problema afeta fadiga, trabalho, concentração, memória e humor.
Percepção pelos outros4Quanto a pessoa acha que os outros notam o prejuízo na sua qualidade de vida.
Preocupação5Grau de preocupação ou estresse com o problema de sono.

Protocolo de aplicação

  1. 1

    Explique que as respostas se referem às duas últimas semanas e que não há resposta certa: o que importa é a percepção da pessoa.

  2. 2

    Entregue o formulário para autoaplicação ou leia os itens com as opções completas quando houver barreira de leitura.

  3. 3

    Na devolução, confira se os 7 itens têm uma marcação e retome qualquer item em branco.

  4. 4

    Pergunte em quantas noites por semana a dificuldade ocorre e há quanto tempo ela existe, dados que o ISI não registra.

  5. 5

    Registre horário de trabalho, horários de sono, remédios para dormir, cafeína, álcool e sinais como ronco ou pernas inquietas.

Como corrigir o ISI

A correção do ISI é uma soma simples: cada item recebe de 0 a 4 na ordem das opções, e os 7 valores produzem um total de 0 a 28. A estrutura principal é de um fator, por isso o total é a medida central e as partes do relato são leitura descritiva, sem norma própria. O total é classificado nas quatro faixas de Bastien et al. (2001) e comparado com pontos de rastreio que respondem a perguntas diferentes: 8 para insônia crônica na população de São Paulo, 10 para casos na comunidade e 15 para o início da insônia clínica.

A leitura por partes ajuda a formular hipóteses. Castro (2011) considerou presença de gravidade quando o item recebia 2, 3 ou 4 e descreveu grupos: 30% da amostra não tinha gravidade em nenhum item, com média de 1,8, enquanto 42% combinava sintoma noturno ou insatisfação com consequências diurnas, com média de 13,7, o perfil mais próximo de um critério diagnóstico. O despertar precoce isolado pede cautela.

No PontoAzul, você transcreve os 7 itens, a data e, se quiser, o grupo de comparação por sexo. A plataforma exige os sete itens e idade a partir de 12 anos, soma de 0 a 28, aplica as faixas de Bastien, posiciona o total frente aos cortes 8, 10 e 15, lê o percentil na Tabela 10 de Castro (2011) por sexo e faixa etária, compara cada item com a média de São Paulo, identifica o tipo de dificuldade noturna e localiza o perfil no diagrama de Castro.

  1. Confira se cada um dos 7 itens tem uma única marcação referente às duas últimas semanas.

  2. Pontue cada item de 0 a 4 na ordem das opções. A satisfação vai de muito satisfeito (0) a muito insatisfeito (4); não há inversão.

  3. Some os 7 itens para o total de 0 a 28.

  4. Classifique pelas faixas de Bastien et al. (2001): 0–7 sem insônia significativa, 8–14 subclínica, 15–21 clínica moderada e 22–28 clínica grave.

  5. Compare com os três pontos de rastreio: 8 (Castro, 2011, população brasileira), 10 (Morin et al., 2011, comunidade) e 15 (início da insônia clínica).

  6. Leia as partes: itens noturnos por tipo, satisfação e impacto. Castro (2011) tratou 2, 3 ou 4 como presença de gravidade no item.

  7. Em reavaliações, considere a redução de 6 pontos proposta como diferença mínima importante por Yang et al. (2009).

Exemplo de correção

Exemplo fictício: homem de 46 anos, gerente, relata noites ruins desde mudança de função. Questionário respondido em 06/10/2026:

Itens 1a–1c
3+2+1 = 6
Item 2
3
Itens 3–5
3+1+3 = 7
Total
6+3+7 = 16
Cortes 8, 10 e 15
Os três atingidos

Total de 16 pontos: faixa de insônia clínica moderada (15–21), 1 ponto acima do início da faixa. Predomina dificuldade de iniciar o sono, com interferência diurna e preocupação altas. O resultado orienta a entrevista sobre frequência, duração e causas, sem fechar diagnóstico.

Interpretação dos resultados

As quatro faixas foram propostas por Bastien, Vallières e Morin (2001), que ressalvaram não ter validado esses cortes; na versão brasileira, Castro (2011) as nomeou ausência de insônia significativa, limite inferior, insônia clínica moderada e insônia clínica grave. Os cortes de rastreio vêm de estudos posteriores: 10 na comunidade canadense e 8 na população de São Paulo.

FaixaClassificaçãoLeitura clínica
0–7Sem insônia significativaPercepção de sono sem gravidade clínica no período.
8–14SubclínicaLimiar inferior; acima do corte brasileiro. Investigar frequência, duração e impacto.
15–21Clínica moderadaGravidade percebida compatível com insônia clínica; aprofundar entrevista e causas.
22–28Clínica graveGravidade percebida muito alta; avaliação clínica do sono com prioridade.

Em Castro (2011), cerca de 15% da amostra teve classificação paradoxal: pessoas mais velhas com insônia crônica e IGI baixo, e bons dormidores mais jovens com IGI alto. As correlações com actigrafia e polissonografia foram baixas (0,09 a 0,19). O ISI descreve a percepção do sono; registre qual corte usou e confirme em entrevista.

Erros comuns na correção manual

Inverter o item de satisfação

As opções já vão de muito satisfeito (0) a muito insatisfeito (4). Inverter esse item por engano reduz o total e pode mudar a faixa.

Tratar a faixa como diagnóstico

O ISI não registra noites por semana nem meses de duração. Insônia crônica exige esses critérios, colhidos em entrevista.

Misturar cortes sem registrar a fonte

Corte 8 brasileiro, 10 da comunidade e 15 da faixa clínica respondem a perguntas diferentes. Escrever “acima do corte” sem dizer qual confunde o laudo.

Ler despertar precoce isolado como insônia

O item 1c formou fator próprio em Castro (2011). Acordar cedo sozinho pode refletir rotina, idade ou humor, não só insônia.

Chamar variação pequena de melhora

Quedas de 2 ou 3 pontos podem ser ruído. Yang et al. (2009) propuseram 6 pontos como diferença mínima importante.

No PontoAzul, a correção do ISI segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.

Como o ISI aparece no laudo

O PontoAzul leva ao laudo-base o total, a faixa, a posição frente aos cortes 8, 10 e 15, o percentil da Tabela 10 de Castro quando você escolhe o grupo de comparação e o perfil das partes do relato, para sua revisão.

Em 06/10/2026, o paciente fictício respondeu ao Índice de Gravidade de Insônia (IGI), versão brasileira de Castro (2011), com referência às duas últimas semanas. Obteve 16 de 28 pontos, faixa de insônia clínica moderada segundo Bastien, Vallières e Morin (2001), acima dos cortes de rastreio de 8 e 10 pontos. Predominou a dificuldade em iniciar o sono, acompanhada de insatisfação com o padrão de sono, interferência nas atividades diurnas e preocupação marcadas como altas. O resultado descreve a gravidade percebida e não estabelece diagnóstico; recomenda-se entrevista sobre frequência, duração, horários e uso de substâncias, além de investigar sintomas ansiosos e depressivos associados.

Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.

ISI e instrumentos parecidos

  • PHQ-9: O PHQ-9 tem um único item de sono dentro do rastreio de depressão. O ISI detalha tipo de dificuldade noturna, satisfação e impacto, e os dois juntos ajudam a separar insônia de sintoma depressivo.
  • GAD-7: O GAD-7 rastreia preocupação e tensão, frequentes em quem dorme mal. Quando o item de preocupação do ISI está alto, o GAD-7 mostra se a ansiedade vai além do sono.
  • HAM-A: A HAM-A inclui insônia como um de 14 itens pontuados pelo clínico. O ISI é autorrelato dedicado só ao sono e às suas consequências.
  • PSQI e Epworth: O Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh avalia a qualidade global do sono no último mês, e a Escala de Sonolência de Epworth mede sonolência diurna. O ISI foca a gravidade percebida da insônia.

Referências e fontes públicas

Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.

Bibliografia complementar (6)
  1. Morin, C. M. (1993). Insomnia: Psychological assessment and management. New York: Guilford Press.
  2. Bastien, C. H., Vallières, A., & Morin, C. M. (2001). Validation of the Insomnia Severity Index as an outcome measure for insomnia research. Sleep Medicine, 2(4), 297–307. https://doi.org/10.1016/S1389-9457(00)00065-4
  3. Morin, C. M., Belleville, G., Bélanger, L., & Ivers, H. (2011). The Insomnia Severity Index: Psychometric indicators to detect insomnia cases and evaluate treatment response. Sleep, 34(5), 601–608. https://doi.org/10.1093/sleep/34.5.601
  4. Castro, L. S. (2011). Adaptação e validação do Índice de Gravidade de Insônia (IGI): caracterização populacional, valores normativos e aspectos associados [Dissertação de mestrado, Universidade Federal de São Paulo]. http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23193
  5. Yang, M., Morin, C. M., Schaefer, K., & Wallenstein, G. V. (2009). Interpreting score differences in the Insomnia Severity Index: Using health-related outcomes to define the minimally important difference. Current Medical Research and Opinion, 25(10), 2487–2494. https://doi.org/10.1185/03007990903167415
  6. Chung, K. F., Kan, K. K., & Yeung, W. F. (2011). Assessing insomnia in adolescents: Comparison of Insomnia Severity Index, Athens Insomnia Scale and Sleep Quality Index. Sleep Medicine, 12(5), 463–470. https://doi.org/10.1016/j.sleep.2010.09.019

Perguntas frequentes sobre o ISI

O que é o Índice de Gravidade de Insônia?
É a versão brasileira, chamada IGI, do Insomnia Severity Index (ISI) de Charles Morin. Trata-se de um questionário de autorrelato com 7 itens sobre as duas últimas semanas, que mede a gravidade percebida da insônia, a satisfação com o sono e as consequências no dia. O total vai de 0 a 28.
Quantos itens tem o ISI?
São 7 itens, numerados na versão brasileira como 1a, 1b, 1c, 2, 3, 4 e 5. Três tratam da dificuldade noturna, um da satisfação com o sono e três das consequências: interferência diurna, percepção pelos outros e preocupação. Cada item vale de 0 a 4.
Como calcular a pontuação do ISI?
Atribua de 0 a 4 a cada item, na ordem das opções, e some os 7 valores para um total de 0 a 28. Não há itens invertidos. Classifique: 0 a 7 sem insônia significativa, 8 a 14 subclínica, 15 a 21 clínica moderada e 22 a 28 clínica grave.
Qual o ponto de corte do Índice de Gravidade de Insônia?
Depende da pergunta. Na população de São Paulo, Castro (2011) propôs 8 pontos para insônia crônica, com sensibilidade de 73% e especificidade de 80%. Na comunidade canadense, Morin et al. (2011) encontraram corte ótimo de 10. O valor 15 marca o início da faixa de insônia clínica. Registre sempre qual corte usou.
O ISI tem validação brasileira?
Sim. Laura de Siqueira Castro adaptou e validou o IGI em dissertação de mestrado na UNIFESP, em 2011, com 1.101 adultos de São Paulo entre 20 e 80 anos. Encontrou alfa de 0,865, estrutura de um fator e corte 8, além de tabelas de percentil por sexo e faixa etária.
O ISI diagnostica insônia?
Não. O ISI mede a gravidade percebida, mas não registra quantas noites por semana a dificuldade ocorre nem há quanto tempo existe, critérios exigidos para insônia crônica. Também não identifica apneia, pernas inquietas ou outras causas. Um total alto orienta a entrevista clínica e, quando indicado, a avaliação por especialista em sono.
O ISI pode ser usado em adolescentes?
Sim, com cuidado. Chung et al. (2011) estudaram 1.516 adolescentes de 12 a 19 anos e encontraram alfa de 0,83, reteste de 0,79 e melhor equilíbrio com corte 9. A norma brasileira de Castro, porém, cobre adultos de 20 a 80 anos, então percentis não se aplicam a adolescentes.
Como o PontoAzul ajuda com o ISI?
Você transcreve os 7 itens e a data e escolhe o grupo de comparação. O PontoAzul soma de 0 a 28, aplica as faixas, posiciona o total frente aos cortes 8, 10 e 15, mostra o percentil por sexo e idade da Tabela 10 de Castro e o perfil das partes do relato, e leva tudo ao laudo-base editável.

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