1Itens iniciais 1–5
Identificam atitudes iniciais e determinam se o percurso de continuação é aplicável.
A BSI organiza respostas sobre ideação suicida em 21 grupos, cada um com alternativas de 0 a 2. Os cinco primeiros orientam o caminho de aplicação: itens 6 a 19 só entram quando os itens 4 ou 5 indicam continuação; 20 e 21 são informativos. No PontoAzul, o resultado preserva essa lógica e exige revisão profissional quando há resposta aplicável diferente de zero.
A Escala de Ideação Suicida de Beck (BSI) é uma medida de 21 grupos, pontuados de 0 a 2, sobre pensamentos, atitudes e planos relacionados ao suicídio. Os itens 1 a 5 são iniciais; se 4 e 5 forem zero, os itens 6 a 19 são pulados e não se inventa total zero. Quando o caminho continua, a soma de 1 a 19 varia de 0 a 38; 20 e 21 são informativos.
Identificam atitudes iniciais e determinam se o percurso de continuação é aplicável.
Aprofundam a ideação quando o caminho é aberto por resposta diferente de zero em 4 ou 5.
Registram informação adicional; não entram na soma quantitativa de 0 a 38.
Transcreva as respostas de zero a dois seguindo o percurso definido pelos itens 4 e 5. O Cérebro PontoAzul pode organizar os fatos confirmados em texto-base, revisado integralmente pelo profissional.
O PontoAzul identifica itens aplicáveis e soma 1 a 19 somente com continuação completa.
Testar com BSICalcule a idade na data de aplicação do BSI
Autor(es): Aaron T. Beck, Maria Kovacs e Arlene Weissman; versão em português das Escalas Beck por Jurema Alcides Cunha · 1979 (escala clínica de origem); versão de autorrelato e adaptação brasileira posteriores
Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .
A Escala de Ideação Suicida de Beck (BSI) deriva da linha de pesquisa de Beck, Kovacs e Weissman sobre mensuração de ideação suicida, publicada em 1979. A versão de autorrelato reúne 21 grupos de respostas graduadas. Os primeiros cinco funcionam como abertura do protocolo; o caminho restante depende especificamente dos grupos 4 e 5. Quando há continuação, os grupos 6 a 19 detalham aspectos da ideação. Os dois últimos têm função informativa, sem pontuação no total. A soma aplicável dos primeiros 19 varia de zero a 38.
A particularidade decisiva para correção é a diferença entre um item não aplicável e uma resposta de zero. Quando os grupos 4 e 5 são zero, o protocolo orienta saltar 6 a 19; não se pode somar esses grupos como se tivessem sido respondidos. Estudos brasileiros descrevem a versão em português com 21 grupos e escores de zero a dois. A plataforma mantém esse percurso e sinaliza que qualquer resposta aplicável diferente de zero requer revisão profissional. A BSI é uma fonte organizada para a avaliação; nenhuma soma isolada define a segurança futura de uma pessoa.
O instrumento pode compor avaliação clínica quando é necessário documentar ideação suicida de maneira estruturada e acompanhar mudanças ao longo do tempo. Seu uso exige tempo e condições para revisão imediata das respostas, além de entrevista direta sobre o que a pessoa vive naquele momento. A seleção não depende apenas de um diagnóstico prévio de depressão: relatos espontâneos, história e observações podem indicar necessidade de investigação própria. A interpretação deve diferenciar itens aplicados, itens pulados e dados informativos.
Quando o BSI não é a melhor escolha
A BSI não substitui entrevista clínica imediata quando há preocupação com segurança, nem deve ser usada como predição individual por uma faixa numérica. Para rastrear sintomas depressivos, use BDI ou PHQ-9 com finalidade própria; para desesperança, considere BHS. Essas medidas podem complementar o caso, mas não tornam dispensável a avaliação direta de ideação, intenção e contexto.
A estrutura depende das respostas iniciais. Na página, grupos não aplicáveis são mantidos como não aplicáveis, em vez de receberem zero artificial.
| Dimensão | Itens | O que avalia |
|---|---|---|
| Abertura | Itens 1–5 | Aplicados primeiro; as respostas dos grupos 4 e 5 determinam o próximo bloco. |
| Continuação condicional | Itens 6–19 | Respondidos apenas quando 4 ou 5 têm valor diferente de zero. |
| Histórico informativo | Itens 20–21 | Informações complementares que não são parcelas do escore total. |
Confirme a versão do protocolo, a data da aplicação e a possibilidade de revisão profissional imediata.
Apresente os cinco primeiros grupos e confira especificamente as respostas dos grupos 4 e 5.
Se ambos forem zero, siga diretamente para 20 e 21; caso contrário, aplique 6 a 19 integralmente.
Registre os escores de zero a dois dos grupos aplicáveis e preserve os grupos pulados como não aplicáveis.
Revise cada resposta relevante em entrevista clínica antes de usar o resultado em documentação.
Cada grupo quantitativo recebe um valor entre zero e dois. Os grupos 1 a 5 abrem o protocolo; 4 e 5 controlam a continuidade. Se ambos são zero, os grupos 6 a 19 são pulados, e o PontoAzul não gera total artificial para o caminho incompleto. Se qualquer um é maior que zero, são registrados 6 a 19 e a soma dos grupos 1 a 19 produz um total de zero a 38. Os itens 20 e 21 fornecem informação adicional e ficam fora dessa conta. No PontoAzul, você registra o percurso correto, o servidor soma apenas os itens aplicáveis e qualquer resposta aplicável não nula aciona revisão profissional, sem categoria numérica preditiva.
Transcreva os cinco primeiros grupos, cada um com valor inteiro de 0 a 2.
Confira os itens 4 e 5: se ambos forem zero, não aplique os itens 6 a 19.
Quando pelo menos um dos itens 4 ou 5 for diferente de zero, registre todos os itens 6 a 19 antes de calcular.
Some os itens 1 a 19 somente com o percurso completo; o total possível nesse caminho é 0 a 38.
Guarde os itens 20 e 21 como informação, sem somá-los; revise profissionalmente qualquer resposta aplicável diferente de zero.
Exemplo de correção
Caso fictício de adulto de 29 anos: os cinco grupos iniciais somam 3 pontos, com 1 ponto no item 4. O caminho de continuação é aberto.
O resultado é 10/38 no caminho aplicável. Não há faixa automática de baixo, médio ou alto risco: o profissional revisa as respostas e conduz avaliação clínica direta.
A BSI informa presença e características da ideação; as fontes consultadas não oferecem faixas universais válidas para chamar um total específico de risco baixo, médio ou alto em cada indivíduo. Um total de 0 a 38 só existe quando os itens 6 a 19 foram aplicáveis e respondidos; se os itens 4 e 5 forem ambos zero, o formulário salta esse bloco e a plataforma não preenche um falso zero total. Mesmo com um total calculado, os itens devem ser lidos individualmente junto com intenção, plano, história, contexto e avaliação profissional. A implementação do PontoAzul marca respostas aplicáveis diferentes de zero para revisão, sem prever comportamento futuro com uma fórmula. Itens 20 e 21 ampliam a descrição, mas nunca entram na soma.
Não transforme escore em previsão individual. A ausência de continuação no formulário não equivale a avaliação completa de segurança; informações da entrevista e mudanças recentes podem exigir conduta independente do total.
Marcar itens pulados como zero
Quando 4 e 5 são zero, os grupos 6 a 19 não são aplicáveis. Preenchê-los com zeros cria um escore total que o protocolo não produziu.
Somar os itens 20 e 21
Esses grupos trazem informação adicional e ficam fora dos 19 itens quantitativos. Incluí-los faria a soma exceder a regra publicada.
Criar faixas de risco sem norma
O total descritivo não tem limites públicos universais para previsão individual. Números não substituem entrevista, plano de cuidado e revisão profissional.
Ignorar a resposta de um único grupo
Um total pequeno pode esconder um conteúdo relevante. A análise clínica deve conferir respostas aplicáveis individualmente.
No PontoAzul, a correção do BSI segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.
O PontoAzul preserva o percurso respondido e oferece os dados confirmados para redação contextualizada após revisão profissional.
Em 27 de setembro de 2026, o paciente fictício de 29 anos respondeu à Escala de Ideação Suicida de Beck (BSI). Os itens 1 a 5 somaram 3 pontos e o item 4 apresentou resposta diferente de zero, abrindo o percurso de continuação. Os itens 6 a 19 somaram mais 7 pontos; o total aplicável de 1 a 19 foi 10/38. Os itens 20 e 21 foram registrados separadamente, sem integrar a soma. O escore descreve as respostas desta aplicação, sem corresponder a uma faixa de risco individual. O profissional realizou revisão das respostas, entrevista clínica direta e documentação das condutas pertinentes ao caso.
Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.
Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.
PCL-5: 20 itens, 0 a 80 pontos, quatro clusters do DSM-5 e corte brasileiro de 36.
Trinta e nove itens, quatro fatores e escore total de 0 a 117.
Nove itens, escore de 0 a 27 e alerta separado para o item 9.
20 respostas verdadeiro/falso e escore de 0 a 20 para expectativas negativas sobre o futuro.
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