1Falar em público e autoridade
Seis situações de exposição verbal ou interação com pessoas em posição de autoridade.
O CASO-A30 apresenta 30 situações sociais às quais o adulto atribui mal-estar, tensão ou nervosismo de 1 a 5. As respostas compõem cinco fatores com seis itens cada e um total de 30 a 150. No PontoAzul, o resultado é dimensional: você enxerga as áreas de maior incômodo sem converter a soma em diagnóstico ou ponto de corte inexistente no fluxo.
O Questionário de Ansiedade Social para Adultos (CASO-A30) é um autorrelato sobre o mal-estar sentido em 30 situações sociais. Cada situação recebe de 1 a 5 pontos; a soma varia de 30 a 150 e cinco fatores de seis itens variam de 6 a 30. O PontoAzul usa a versão brasileira em adultos a partir de 18 anos e apresenta resultado dimensional, sem ponto de corte diagnóstico incorporado.
Seis situações de exposição verbal ou interação com pessoas em posição de autoridade.
Seis situações sociais e de aproximação afetiva descritas no instrumento.
Seis situações de conversa, apresentação e participação social com pessoas não familiares.
Seis situações em que é necessário expressar limites, desagrado ou discordância.
Seis situações que envolvem crítica, erro ou exposição diante dos outros.
Transcreva as trinta respostas de 1 a 5 e confirme a data da aplicação. O Cérebro PontoAzul usa os fatores confirmados como contexto para um laudo-base editável.
O PontoAzul soma o total de 30 a 150 e os cinco fatores de 6 a 30.
Testar com CASO-A30Calcule a idade na data de aplicação do CASO-A30
Autor(es): Vicente E. Caballo, Isabel C. Salazar e colaboradores; estudos brasileiros de Wagner e colaboradores · 2010; validação brasileira publicada em 2017
Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .
O Questionário de Ansiedade Social para Adultos, conhecido como CASO-A30, foi desenvolvido por Caballo, Salazar e colaboradores para identificar em quais situações sociais uma pessoa sente mal-estar, tensão ou nervosismo. São trinta situações organizadas em cinco dimensões de seis itens. Em vez de perguntar apenas se a pessoa se considera ansiosa, a escala diferencia falar em público, interagir com desconhecidos, lidar com autoridade, expressar incômodo e ficar em evidência. Essa divisão ajuda a compreender a topografia do problema relatado.
A validação brasileira publicada em 2017 encontrou os mesmos cinco fatores da proposta original, com os trinta itens distribuídos em suas dimensões. A versão implementada no PontoAzul recebe respostas de 1 a 5 e calcula cinco somas de 6 a 30, além do total de 30 a 150. O resultado informa intensidade autorreferida, sem diagnóstico automático. Embora estudos possam comparar grupos, não há no fluxo atual uma regra de corte brasileiro incorporada. Essa distinção evita transformar um perfil situacional rico em um rótulo binário sem base na fonte usada.
O CASO-A30 pode integrar avaliação de adultos com queixas de medo de falar, participar de grupos, iniciar conversas ou se posicionar diante de outras pessoas. Serve também para verificar se o incômodo se concentra em algumas situações ou se é mais disseminado. No PontoAzul, a aplicação exige idade igual ou superior a 18 anos. A leitura ganha precisão ao ser relacionada a comportamentos de evitação, prejuízo percebido, contexto cultural e outras informações da entrevista; a soma, sozinha, não explica o funcionamento social.
Quando o CASO-A30 não é a melhor escolha
O CASO-A30 não substitui entrevista diagnóstica e não deve receber cortes numéricos criados para outra escala. Se a pergunta exige rastreio breve de sintomas de ansiedade social, considere o SPIN; quando se quer compreender habilidade social em vez de mal-estar, compare com o IHS-2. A versão do aplicativo se destina a adultos de 18 anos ou mais.
Os trinta itens formam cinco fatores de seis situações. O total geral soma todos os itens; o fator indica em que tipo de interação a pessoa relata mais incômodo.
| Dimensão | Itens | O que avalia |
|---|---|---|
| Exposição e autoridade | 6 itens | Falar em público, em reunião, aula ou diante de pessoas de autoridade. |
| Aproximação afetiva | 6 itens | Interações sociais com pessoas do sexo oposto, segundo a redação original do questionário. |
| Desconhecidos | 6 itens | Iniciar conversas, fazer amigos e participar de encontros com pessoas pouco familiares. |
| Assertividade | 6 itens | Dizer não, pedir mudança de comportamento e expressar desagrado. |
| Evidência ou ridículo | 6 itens | Situações de erro, crítica ou brincadeiras em público. |
Confirme a idade e identifique a versão brasileira de 30 itens usada no protocolo.
Peça à pessoa que estime o mal-estar, tensão ou nervosismo diante de cada situação, inclusive quando apenas imaginada.
Garanta que cada situação tenha uma única resposta de 1 a 5.
Transcreva as trinta respostas no PontoAzul e confirme a data da aplicação.
Revise o total e os cinco fatores ao lado do relato de evitação e impacto funcional.
Cada uma das trinta situações recebe pontuação de um a cinco, da menor à maior intensidade de mal-estar. Os itens são divididos em cinco fatores fixos, com seis situações em cada um. A soma de cada fator varia de 6 a 30; somando os cinco fatores, obtém-se total de 30 a 150. Não há itens invertidos no fluxo implementado. A saída é dimensional: valores maiores indicam mais tensão autorreferida, sem que o servidor aplique uma faixa diagnóstica. No PontoAzul, você registra as trinta respostas e a plataforma calcula automaticamente total e cinco fatores, preservando-os no caso para revisão.
Confira se o respondente é adulto e se respondeu às 30 situações previstas no protocolo.
Transcreva cada resposta como inteiro entre 1 e 5, representando intensidade crescente de mal-estar.
Some os seis itens de cada fator separadamente; cada domínio pode variar de 6 a 30.
Some os cinco fatores, ou diretamente os 30 itens, para obter total de 30 a 150.
Compare o perfil de fatores sem converter o total em diagnóstico, pois a implementação não incorpora corte clínico.
Exemplo de correção
Adulto fictício de 28 anos relata dificuldade principal ao falar em reuniões. Respondeu as 30 situações em 27/09/2026.
O total 98/150 descreve o conjunto das respostas; o fator mais alto foi exposição e autoridade, com 24/30, sem classificação diagnóstica automática.
O CASO-A30 brasileiro conserva a estrutura de cinco fatores documentada na validação publicada. Cada escore maior indica mais mal-estar autorreferido nas situações correspondentes, mas as fontes brasileiras consultadas não oferecem um limiar universal que, nesta implementação, separe diagnóstico de ausência de diagnóstico por soma bruta. Por isso, o PontoAzul apresenta o total e as cinco somas como medidas dimensionais. O perfil é útil para identificar contextos de maior incômodo, orientar perguntas específicas na entrevista e comparar aplicações futuras feitas na mesma escala. A redação de alguns itens menciona interação com o sexo oposto, refletindo a forma utilizada; o profissional deve interpretar essa formulação à luz da experiência real da pessoa e do objetivo da avaliação.
O total não mede diretamente evitação, prejuízo funcional ou duração do problema. Diferenças entre fatores pedem análise das situações respondidas, e a linguagem original das interações afetivas pode não representar todas as experiências do paciente.
Usar escala de resposta diferente
A implementação brasileira usa valores de 1 a 5. Trocar por 0 a 4 mantém aparência semelhante, mas desloca o total e todos os fatores.
Misturar os seis itens dos fatores
Cada fator tem seis situações específicas. Uma transcrição no fator errado muda o perfil mesmo quando o total geral permanece igual.
Inventar ponto de corte
A plataforma não classifica o total em presença ou ausência de transtorno. Um limiar de outro país ou instrumento não pode ser aplicado sem referência apropriada.
Reduzir a leitura ao total
Duas pessoas com a mesma soma de 30 a 150 podem apresentar distribuições diferentes entre exposição, desconhecidos e assertividade.
No PontoAzul, a correção do CASO-A30 segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.
O PontoAzul leva total e cinco fatores confirmados ao caso e permite redigir síntese clínica contextualizada.
Em 27 de setembro de 2026, o paciente fictício de 28 anos respondeu ao Questionário de Ansiedade Social para Adultos (CASO-A30). A soma das 30 situações foi 98 pontos em 150 possíveis. Os fatores obtiveram 24/30 para falar em público e autoridade, 14/30 para interação com o sexo oposto, 18/30 para desconhecidos, 20/30 para expressão assertiva e 22/30 para estar em evidência. O perfil indica maior mal-estar autorreferido nas situações de exposição e autoridade desta aplicação. A medida é dimensional, sem ponto de corte diagnóstico incorporado, e será articulada à entrevista sobre evitação, impacto funcional e trajetória dos sintomas.
Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.
Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.
24 situações, medo e evitação de 0 a 3, total de 0 a 144 e corte brasileiro de 32.
Trinta e nove itens, quatro fatores e escore total de 0 a 117.
Nove itens, escore de 0 a 27 e alerta separado para o item 9.
20 respostas verdadeiro/falso e escore de 0 a 20 para expectativas negativas sobre o futuro.
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