1Preocupação e evitação
Parte dos comportamentos aborda antecipação de ameaças, receio de situações novas e procura de segurança.
Escala de Traço-Ansiedade Infantil reúne 34 observações sobre sinais ansiosos em crianças e adolescentes. Cada comportamento recebe 0 a 3 pontos; o total vai de 0 a 102. Na implementação atual, 41 ou mais indica presença de traços ansiosos segundo o corte descrito por Assumpção Júnior e Resch, sem constituir diagnóstico. O PontoAzul soma o protocolo já preenchido e mantém a classificação e o contexto do informante ligados ao caso.
A Escala de Avaliação da Ansiedade-Traço Infantil, estudada por Assumpção Júnior e Resch em 2006, reúne 34 comportamentos observados em crianças e adolescentes. Cada resposta vale 0 a 3, gerando total bruto de 0 a 102. Na implementação do PontoAzul, 41 ou mais indica traços ansiosos conforme o corte estudado. Estudos públicos usaram observações familiares; identifique quem respondeu. A escala rastreia reações, sem estabelecer diagnóstico de transtorno.
Parte dos comportamentos aborda antecipação de ameaças, receio de situações novas e procura de segurança.
Outros registros observam queixas corporais, sono e reações fisiológicas associadas à ansiedade.
Há registros sobre atenção, inquietação, escola e relações, úteis para contextualizar o total.
Você registra 34 códigos do protocolo observado por adulto identificado. A classificação segue ao laudo-base editável para sua contextualização clínica.
A correção programada do PontoAzul soma 0 a 102 e compara o total com 41.
Testar com Escala de Traço-Ansiedade InfantilCalcule a idade na data de aplicação do Escala de Traço-Ansiedade Infantil
Autor(es): Francisco Baptista Assumpção Júnior e Cristiane Renate Resch · 2006
Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .
A Escala de Avaliação da Ansiedade-Traço Infantil foi examinada por Francisco Baptista Assumpção Júnior e Cristiane Renate Resch em estudo publicado em 2006. O trabalho comparou crianças e adolescentes com diferentes condições de avaliação e procurou um limiar de melhor sensibilidade e especificidade para traços ansiosos. O resultado foi um ponto de corte de 41, usado posteriormente em pesquisa brasileira sobre percepção familiar da ansiedade em adolescentes.
O protocolo de 34 comportamentos recebe quatro códigos, de 0 a 3, indicando ausência ou frequência crescente. Sua soma pode variar de 0 a 102. Os comportamentos incluem preocupações, evitação, sinais físicos, alterações de sono, inquietação e dificuldades na rotina escolar. Essa variedade ajuda a reconhecer reações ansiosas observáveis, mas não transforma a soma em diagnóstico de ansiedade. A implementação do PontoAzul produz apenas total e classificação por corte, sem subescores psicométricos separados.
A identidade de quem respondeu é relevante. Pesquisa de 2025 utilizou a perspectiva de familiares e mostrou que percepção da família e autorrelato de adolescentes podem divergir. O formulário atual do aplicativo não armazena campo estruturado para informante; registre essa informação no contexto clínico antes de interpretar ou comparar avaliações.
A escala pode compor investigação de traços ansiosos em crianças e adolescentes quando um adulto que conhece a rotina oferece observações sobre os 34 comportamentos. É especialmente útil como ponto de partida para entrevista sobre preocupação, manifestações corporais, evitação e funcionamento escolar. O estudo de 2006 analisou amostra pequena e o corte foi derivado daquele desenho. Use o resultado junto ao relato da criança, familiares, escola quando pertinente e instrumentos complementares; o número não substitui avaliação clínica de transtornos de ansiedade.
Quando o Escala de Traço-Ansiedade Infantil não é a melhor escolha
Não use a escala para fechar transtorno de ansiedade ou comparar respostas de informantes diferentes sem identificá-los. Se a pergunta requer sintomas segundo a própria criança e perfis específicos, SCARED ou MASC atendem outro enfoque. Queixas físicas ou comportamentos escolares também exigem investigação de condições e contextos que possam explicá-los.
Os 34 registros compõem um total único; os grupos abaixo são temas de leitura, não subescalas calculadas.
| Dimensão | Itens | O que avalia |
|---|---|---|
| Preocupação | 34 no total | Expectativa de ameaça, receio de novidades e busca de segurança. |
| Sinais físicos | 34 no total | Queixas corporais, sono e respostas fisiológicas observadas. |
| Rotina | 34 no total | Inquietação, atenção, tarefas escolares e convivência. |
Confirme a versão de 34 comportamentos e identifique quem observa a criança no protocolo aplicado.
Explique os quatro códigos, de ausente a sempre, conforme a frequência percebida de cada comportamento.
Confira as 34 marcações e registre o período, contexto e eventuais diferenças entre informantes.
Transcreva os valores de 0 a 3 no PontoAzul sem omitir ou duplicar comportamentos.
Revise o total e o corte de 41 com entrevista antes de redigir a conclusão.
Cada comportamento recebe código inteiro 0, 1, 2 ou 3. Some os 34 valores para obter total bruto entre 0 e 102; não há inversão ou média por fator no aplicativo. A implementação classifica totais de 0 a 40 como sem indicação de traços pelo corte e totais de 41 a 102 como indicação de traços ansiosos. O limiar segue o valor estudado por Assumpção Júnior e Resch em 2006, também empregado em pesquisa brasileira posterior. Ele não transforma o questionário em diagnóstico de transtorno específico.
Uma soma igual a 41 cruza o limiar; 40 não cruza. A diferença de um ponto não dispensa leitura dos comportamentos e dos ambientes em que aparecem. No PontoAzul, você registra 34 respostas e a plataforma calcula o total de 0 a 102, compara com o corte de 41 e prepara a classificação para revisão no laudo-base, junto à identidade do informante.
Confirme os 34 comportamentos e identifique o adulto informante.
Registre cada marcação como 0, 1, 2 ou 3.
Some os 34 valores para obter total de 0 a 102.
Compare com o corte estudado: até 40 ou 41 e acima.
Leia comportamentos e contexto antes de concluir sobre necessidade de investigação.
Exemplo de correção
Caso fictício: criança de 11 anos teve 20 códigos 2, um código 1 e 13 códigos 0, registrados por familiar:
O total 41 cruza o limiar de traços ansiosos; a observação precisa ser contextualizada.
O ponto de corte 41 vem do estudo de sensibilidade e especificidade de Assumpção Júnior e Resch publicado em 2006, e foi utilizado em pesquisa brasileira posterior com familiares de adolescentes. No fluxo atual, a soma de 34 respostas varia de 0 a 102. Totais de 0 a 40 ficam abaixo do limiar, enquanto 41 a 102 recebem indicação de traços ansiosos. O corte foi estudado em amostra específica e serve a rastreio, não ao diagnóstico de transtorno. Observe quem respondeu, duração dos comportamentos, ambiente familiar e escolar, relato da própria criança e possíveis explicações concorrentes. Uma diferença mínima em torno do limiar deve ser lida com especial atenção, sem tratá-la como mudança abrupta no estado clínico.
| Faixa | Classificação | Leitura clínica |
|---|---|---|
| 0–40 | Abaixo do corte | Não indica traços pelo limiar estudado; examine respostas e contexto. |
| 41–102 | Indica traços | Cruza o limiar de rastreio e orienta investigação adicional. |
O estudo original utilizou amostra limitada e o resultado depende do observador. A escala não diferencia por si só transtornos nem explica a origem de sintomas físicos ou escolares.
Tratar quarenta como positivo
O limiar implementado é 41; 40 ainda está abaixo dele.
Inventar subescores por tema
O aplicativo calcula um total único, sem fatores normativos separados.
Esquecer quem respondeu
Relatos familiares e escolares podem divergir e exigem identificação no caso.
Transformar rastreio em diagnóstico
Traços ansiosos sugerem investigação, não transtorno confirmado.
No PontoAzul, a correção do Escala de Traço-Ansiedade Infantil segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.
O PontoAzul preserva total e comparação com 41 no laudo-base; o informante deve ser registrado no contexto.
Em caso fictício, familiar preencheu a Escala de Traço-Ansiedade Infantil referente a criança de 11 anos em 17/08/2026. A soma dos 34 códigos foi 41 em 102 pontos, atingindo o limiar de 41 usado para indicação de traços ansiosos na versão examinada por Assumpção Júnior e Resch. Esse resultado não estabelece transtorno de ansiedade. A entrevista investigará preocupações, sinais corporais, sono, funcionamento na escola e diferenças entre o relato familiar e a experiência da criança. A interpretação será revista com os demais dados antes de qualquer conclusão ou encaminhamento.
Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.
Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.
Trinta e nove itens, quatro fatores e escore total de 0 a 117.
Nove itens, escore de 0 a 27 e alerta separado para o item 9.
20 respostas verdadeiro/falso e escore de 0 a 20 para expectativas negativas sobre o futuro.
Cinco itens iniciais decidem o percurso; só o caminho completo admite total de 0 a 38.
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