1Estado inicial
Apresenta a posição de partida das bolas nos pinos antes de cada problema.
A Torre de Londres examina planejamento: a pessoa precisa transformar uma configuração inicial de bolas e pinos em um objetivo, antecipando movimentos e respeitando regras. Existem versões físicas e computadorizadas, inclusive a brasileira TOL-BR. Entenda o que medir, por que identificar a versão e como interpretar eficiência sem inventar um ponto de corte único. O PontoAzul organiza os resultados do protocolo aplicado no laudo-base editável. A correção PontoAzul recebe escores de 12 problemas; a TOL-BR de 19 itens e métricas de movimentos e tempos não integram esse módulo.
A Torre de Londres é uma tarefa de planejamento em que a pessoa transforma uma configuração inicial em uma meta. As versões têm problemas e regras próprios. O módulo PontoAzul recebe escores de 0 a 3 de 12 problemas e calcula total, escore padronizado e classificação. Não corresponde à TOL-BR de 19 itens nem calcula tempos e movimentos.
Apresenta a posição de partida das bolas nos pinos antes de cada problema.
Mostra a configuração que deve ser atingida, exigindo antecipar uma sequência válida de movimentos.
Registra quantos deslocamentos foram usados e se as regras dos pinos foram respeitadas.
Considera solução, eficiência e, quando previsto, tempo antes da primeira ação e conclusão.
Transcreva os escores de 0 a 3 dos 12 problemas da Torre de Londres disponíveis neste módulo. Com o perfil preservado, prepara um laudo-base editável para sua revisão.
O PontoAzul soma os 12 escores e aplica a conversão e classificação da referência etária incorporada.
Testar com Torre de LondresCalcule a idade na data de aplicação do Torre de Londres
Autor(es): Tim Shallice; TOL-BR: Serpa e colaboradores · 1982; versão brasileira estudada em 2019
Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .
A Torre de Londres (ToL) é uma tarefa de planejamento criada por Tim Shallice em 1982. O formato clássico apresenta três pinos de capacidades diferentes e bolas coloridas. O participante recebe uma configuração inicial e precisa atingir a posição-alvo respeitando as regras de movimentação. A exigência central é antecipar passos para chegar à meta; a pessoa pode precisar mover temporariamente uma peça para abrir caminho a outra, sem perder de vista o estado final.
Com o tempo surgiram várias edições. A versão brasileira computadorizada TOL-BR foi desenvolvida para examinar planejamento com problemas selecionados por análise psicométrica. Um estudo publicado em 2019 relata que 35 possibilidades foram testadas e 19 itens retidos. A Vetor descreve público de dez a 59 anos para essa edição. Esses dados são específicos da TOL-BR, não uma definição de toda tarefa chamada Torre de Londres.
A pontuação pode considerar problemas resolvidos, quantidade de movimentos, violações das regras e tempos de planejamento e execução, dependendo do manual. Mais movimentos do que o necessário podem revelar planejamento menos eficiente, mas tempo e acerto precisam ser examinados em conjunto. O estudo de desenvolvimento da TOL-BR discutiu efeito teto em versões tradicionais, mostrando por que a dificuldade dos problemas importa. No PontoAzul, este módulo recebe os escores de 0 a 3 de 12 problemas já apurados e calcula total, escore padronizado e classificação pela referência incorporada. Não é a versão TOL-BR de 19 itens nem oferece campos de movimentos e tempos. Identifique a versão compatível antes da transcrição e revise o texto-base com as condições da aplicação.
A Torre de Londres é pertinente quando a avaliação precisa observar planejamento, organização de etapas e solução de problemas estruturados. Pode compor investigação neuropsicológica de funções executivas em crianças, adolescentes ou adultos, respeitando a faixa da versão escolhida. A TOL-BR apresentada pela Vetor cobre dez a 59 anos; outras formas têm públicos e normas diferentes. Antes de aplicar, verifique compreensão das regras, visão, coordenação para responder e finalidade da avaliação. O resultado ganha sentido junto a relatos de planejamento no cotidiano, outras tarefas executivas e observação clínica, porque uma tarefa estruturada não reproduz toda a complexidade da vida diária.
Quando o Torre de Londres não é a melhor escolha
A Torre de Londres não é escolha suficiente quando se pretende concluir sobre funcionamento executivo cotidiano apenas com um problema estruturado. Também não se deve aplicar norma TOL-BR a resultado de versão física ou de outra edição. Dificuldades visuais, motoras ou de compreensão das regras podem inviabilizar comparação padronizada e exigem outro procedimento.
A tarefa transforma uma posição inicial em uma meta por movimentos válidos. A versão, os problemas e as métricas determinam a pontuação.
| Dimensão | Itens | O que avalia |
|---|---|---|
| Configuração inicial | Por problema | Posição de partida de bolas e pinos. |
| Configuração-alvo | Por problema | Estado final a ser alcançado respeitando as regras. |
| Movimentos | Por problema | Número de deslocamentos usados até a solução. |
| Eficiência | Por problema | Comparação da solução com os critérios da edição. |
| TOL-BR | 19 itens | Conjunto brasileiro computadorizado selecionado por estudo psicométrico. |
Identifique a versão física ou computadorizada, seus materiais, problema inicial e critérios de pontuação.
Apresente a meta e as regras de movimentação exatamente conforme as instruções da edição aplicada.
Execute treino ou exemplos permitidos para confirmar compreensão antes dos itens pontuados.
Registre cada solução, movimentos, violações e tempos exigidos pelo protocolo.
Encerre conforme o critério da edição e guarde a identificação dos problemas para apuração.
Comece identificando a versão. Na TOL-BR, o conjunto de 19 itens selecionados por pesquisa não equivale ao número de problemas de outras formas. Em cada item, registre se a meta foi atingida, quantidade de movimentos, eventuais violações e tempos disponíveis. Algumas edições pontuam acerto pelo mínimo de movimentos, outras oferecem métricas adicionais. Não use fórmula de uma variante para interpretar resultados de outra apenas porque ambas mostram bolas e pinos.
A transformação normativa depende do manual da edição e do grupo de referência. Para TOL-BR, a Vetor informa uso de dez a 59 anos, mas o julgamento de um escore requer as tabelas e regras pertinentes. Um participante pode resolver muitos problemas, mas com excesso de movimentos; outro pode acertar poucos e responder rápido. A distinção entre acerto, eficiência e velocidade deve permanecer no laudo. No PontoAzul, este módulo recebe os escores de 0 a 3 de 12 problemas já apurados e calcula total, escore padronizado e classificação pela referência incorporada. Não é a versão TOL-BR de 19 itens nem oferece campos de movimentos e tempos. Identifique a versão compatível antes da transcrição e revise o texto-base com as condições da aplicação.
Confirme a edição da Torre de Londres e a lista de problemas efetivamente administrada.
Marque se o objetivo de cada problema foi atingido com movimentos válidos.
Registre o número de movimentos e o mínimo previsto para aquele item, se a edição o informar.
Anote violações de regra e tempos de planejamento ou execução, quando exigidos.
Calcule índices ou total pela fórmula do manual da versão, sem transportar regras entre edições.
Converta com a norma correspondente e descreva acerto, eficiência e tempo em conjunto.
Exemplo de correção
Caso fictício: adulto de 29 anos concluiu três problemas de uma versão identificada da Torre de Londres:
O exemplo mostra dois movimentos além do mínimo em três problemas; classificação exige a regra e a norma da edição.
Não existe um total bruto único válido para toda Torre de Londres. Variantes físicas e digitais podem apresentar quantidade, dificuldade e regras de problemas diferentes. O estudo da TOL-BR selecionou 19 itens após avaliação de discriminação e discutiu efeito teto em formas tradicionais. Isso mostra que resolver todos os problemas de uma versão não equivale necessariamente ao mesmo nível de planejamento em outra. Acerto deve ser lido junto ao número de movimentos e, quando previstos, tempo e violações. A norma deve corresponder à versão, idade e população de referência. Uma pessoa que resolve com muitos movimentos pode ter perfil diferente de outra que resolve com eficiência, mas demora a iniciar. Sem manual e tabela adequados, registre os resultados descritivos e não atribua faixa clínica inventada.
Compreensão, familiaridade com problemas, visão e coordenação influenciam a tarefa. A TOL-BR possui itens próprios e não é sinônimo de toda Torre de Londres.
Misturar versões da tarefa
Quantidade de problemas e tabelas da TOL-BR não valem automaticamente para a versão clássica.
Contar apenas metas alcançadas
Movimentos excedentes e violações podem alterar a leitura de planejamento.
Ignorar tempo de planejamento
Quando previsto, tempo antes da primeira ação contextualiza a estratégia usada.
Usar corte bruto universal
A interpretação precisa do procedimento e da norma da edição aplicada.
No PontoAzul, a correção do Torre de Londres segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.
Trecho demonstrativo, sem dados de paciente real. No PontoAzul, este módulo recebe os escores de 0 a 3 de 12 problemas já apurados e calcula total, escore padronizado e classificação pela referência incorporada. Não é a versão TOL-BR de 19 itens nem oferece campos de movimentos e tempos. Identifique a versão compatível antes da transcrição e revise o texto-base com as condições da aplicação.
Neste exemplo fictício da referência de 12 problemas disponível no módulo, os escores de 0 a 3 foram apurados no protocolo e transcritos para correção. O total bruto será interpretado com o escore padronizado e a classificação da idade correspondente. A saída não inclui tempos de execução ou contagem de movimentos. O profissional deve preservar a identificação da versão e examinar as condições de compreensão e planejamento antes da síntese clínica.
Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.
Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.
Flexibilidade e perseveração; o módulo PontoAzul registra protocolos de até 128 ensaios.
Atenção concentrada em três períodos: desempenho, erros e constância no mesmo protocolo.
Três matrizes de cancelamento que exigem busca visual e alternância progressivas.
d2-R: atenção concentrada em 14 linhas cronometradas, com OAP, DC e E%.
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