1Cópia
A criança reproduz o modelo visível, permitindo observar organização espacial, traçado e uso das partes.
A Figura de Rey B é a forma destinada especialmente a crianças pequenas dentro da família de Figuras Complexas de Rey. Cópia e evocação visual permitem observar organização do desenho, percepção espacial e memória. Veja como diferenciar a Figura B da A, preservar as duas fases e escolher normas compatíveis com idade e país. O PontoAzul organiza os resultados do protocolo e prepara um laudo-base revisável.
A Figura de Rey B é uma das formas do Teste de Cópia de Figuras Complexas de André Rey. A edição portuguesa a descreve para crianças de 4 a 8 anos, com fases de cópia e reprodução de memória. Sua tabela portuguesa informada cobre 80 crianças de 5 a 8 anos. A forma B difere da A e de figuras alternativas como Taylor; por isso estímulo, sistema de pontuação e referência normativa devem ser registrados juntos.
A criança reproduz o modelo visível, permitindo observar organização espacial, traçado e uso das partes.
A criança desenha a figura de memória segundo o intervalo e a instrução da edição aplicada.
O profissional observa por onde a criança começa e como integra elementos locais e globais.
A correção verifica presença, posição e precisão dos elementos de acordo com o sistema escolhido.
Você identifica a Figura B e registra no PontoAzul os resultados de cópia e evocação. Com essas diferenças preservadas, prepara um laudo-base editável para sua revisão.
O PontoAzul mantém forma, fase e referência normativa associados a cada registro do caso.
Testar com Figura de Rey BCalcule a idade na data de aplicação do Figura de Rey B
Autor(es): André Rey; adaptação portuguesa: Rocha e Coelho · 1941; edição portuguesa de 1998
Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .
A Figura de Rey B integra o Teste de Cópia de Figuras Complexas de André Rey, concebido para observar organização perceptomotora e memória visual. A edição descrita pela Hogrefe Portugal contém duas figuras, A e B. A A é a mais utilizada, enquanto a B foi pensada para crianças mais jovens, de 4 a 8 anos, e pode ser empregada em situações específicas com adultos que apresentem deterioração acentuada. São estímulos diferentes, não nomes intercambiáveis de uma mesma folha.
Na cópia, o modelo permanece disponível enquanto a criança o reproduz. O avaliador pode observar por onde ela inicia, como organiza partes e conjunto, além de presença e localização dos elementos. Na fase de memória, a pessoa desenha sem o modelo segundo o procedimento da edição. A comparação entre fases ajuda a distinguir dificuldade de construção inicial de dificuldade de retenção visual, mas não isola uma causa de modo automático.
A Hogrefe informa adaptação e dados normativos portugueses por António Menezes Rocha e Maria Helena Coelho; para a Figura B, a amostra indicada é de 80 crianças de 5 a 8 anos. Uma pesquisa mexicana de 1997 estudou 750 crianças de 4 a 8 anos e propôs seu sistema de calificação. São referências de países e sistemas que precisam ser identificados no laudo; resultados brutos não devem ser convertidos por tabela escolhida apenas porque a idade parece próxima. No PontoAzul, o registro da forma B acompanha cópia, memória e norma declarada.
A Figura de Rey B pode ser escolhida quando a avaliação precisa examinar organização visuoespacial e recordação gráfica em crianças pequenas, respeitando a edição e sua faixa etária. Ela permite observar tanto o produto final quanto o percurso de construção. É útil como peça de uma bateria neuropsicológica, especialmente quando o profissional quer comparar cópia e evocação em vez de depender de uma resposta verbal. Antes de aplicar, considere visão, coordenação motora fina, experiência com lápis e papel, compreensão das instruções e normas apropriadas para idade e contexto. A forma B não substitui avaliação ampla de aprendizagem ou desenvolvimento.
Quando o Figura de Rey B não é a melhor escolha
A Figura B não é a escolha habitual quando o objetivo requer a forma A ou outro instrumento para adultos sem a condição específica prevista. Evite converter resultados de crianças fora da faixa efetiva das normas disponíveis. Limitações visuais ou motoras relevantes também podem impedir comparação padronizada; nesses casos, descreva as condições e escolha outra estratégia de avaliação.
A forma B é apresentada para cópia e, depois, para reprodução de memória. Os desenhos, critérios de pontuação e referências normativas pertencem à edição usada, não à Figura A.
| Dimensão | Itens | O que avalia |
|---|---|---|
| Modelo B | 1 figura | Estímulo visual próprio desta forma, diferente da Figura A. |
| Cópia | 1 desenho | Reprodução com o modelo presente e observação da organização gráfica. |
| Memória | 1 desenho | Reprodução sem o modelo segundo intervalo do protocolo escolhido. |
| Correção | Por fase | Presença, posição e precisão examinadas pelo sistema da edição. |
Confirme que o cartão é da Figura B e separe manual, folhas e materiais da mesma edição.
Registre idade, condições visuais e motoras e a referência normativa que poderá ser aplicada ao caso.
Peça a cópia do modelo de acordo com a instrução oficial, observando ordem de construção e tempo quando previsto.
Retire o modelo e conduza a evocação no intervalo estabelecido pelo protocolo utilizado.
Identifique cada desenho por fase e anote estratégias, interrupções e dúvidas antes da correção.
A correção deve seguir o sistema da edição efetivamente aplicada. Em geral, avalia-se a reprodução das unidades gráficas, sua posição e precisão, mas os critérios exatos não são universais entre publicações. O estudo mexicano de Cortés e colaboradores, por exemplo, analisou nove unidades perceptuais em seu próprio sistema. Não é correto transportar automaticamente essa divisão para outro manual apenas porque ambos usam a Figura B. Cópia e memória geram resultados separados; o processo de construção também pode fornecer observações qualitativas relevantes.
Para converter o escore, escolha tabela do mesmo estímulo, faixa etária, país e sistema de pontuação. A amostra portuguesa informada para a Figura B compreende 80 crianças de 5 a 8 anos. A indicação ampla de uso a partir dos quatro anos não torna essa tabela adequada a uma criança de quatro. No PontoAzul, o registro da forma e da fase acompanha a pontuação, reduzindo a chance de usar norma da Figura A ou confundir o total de cópia com o de evocação no texto-base.
Confirme material e sistema de correção da Figura B antes de examinar os desenhos.
Separe folha de cópia e folha de memória e registre o intervalo realmente utilizado.
Aplique os critérios de presença, localização e precisão dos elementos conforme o manual da edição.
Anote estratégias de construção e dificuldades motoras ou de compreensão observadas.
Calcule os escores de cópia e memória sem somá-los como uma medida única.
Use somente a tabela normativa que corresponda a forma, sistema, país e idade do caso.
Exemplo de correção
Exemplo fictício: criança de 7 anos realizou cópia e evocação da Figura B. O profissional corrigiu as duas folhas com o sistema de sua edição:
Os valores são ilustrativos; percentis dependem da tabela da mesma edição e da idade exata da criança.
A Figura de Rey B não possui um corte bruto universal válido em toda edição e população. A Hogrefe Portugal informa normas específicas de sua versão para crianças de 5 a 8 anos, enquanto a indicação geral da forma B abrange 4 a 8. Um estudo mexicano de 1997 examinou outra amostra e seu sistema de unidades perceptuais. Misturar os dois métodos pode produzir classificação aparentemente precisa e metodologicamente incorreta. Cópia e memória também exigem leituras distintas: uma evocação inferior à cópia pode refletir retenção, mas a qualidade da cópia inicial limita o que era possível recordar. Estratégia, coordenação motora, instruções, tempo e visão influenciam ambos os desenhos. Por isso esta página deixa faixas numéricas vazias e orienta escolher primeiro o sistema e a norma compatíveis com o protocolo real.
Amostras normativas citadas são de Portugal e México. Não atribua automaticamente seus percentis a crianças brasileiras sem analisar adequação da referência.
Corrigir B com critérios da A
As figuras são estímulos diferentes e podem ter sistemas e normas próprios.
Aplicar norma fora da idade
A amostra portuguesa de B informada cobre cinco a oito anos, embora o uso geral comece aos quatro.
Fundir cópia e evocação
Cada fase fornece informação distinta e precisa de pontuação identificada.
Ignorar estratégia de desenho
A ordem de construção ajuda a contextualizar o total obtido na folha.
No PontoAzul, a correção do Figura de Rey B segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.
No PontoAzul, a Figura de Rey B mantém cópia e memória em resultados separados com a norma indicada para o caso.
Em 04/08/2026, criança fictícia de sete anos realizou cópia e reprodução de memória da Figura de Rey B, com materiais identificados da edição utilizada. Após correção dos dois desenhos pelo sistema do manual, o exemplo apresentou 12 pontos brutos na cópia e 8 na memória. A diferença de quatro pontos é descritiva e não representa, por si só, classificação clínica. O profissional registrou a estratégia de construção, o intervalo entre fases e as condições de compreensão da instrução. Qualquer percentil deverá usar uma tabela correspondente à Figura B, à idade, ao sistema de pontuação e ao país da amostra normativa. Os resultados serão integrados à observação, à história de desenvolvimento e a outras medidas visuoespaciais antes de concluir sobre o caso.
Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.
Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.
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