1Burnout pessoal
Seis itens abordam cansaço e exaustão física ou psicológica percebidos pela pessoa.
CBI-Br, versão brasileira do Copenhagen Burnout Inventory para professores e funcionários universitários, separa exaustão pessoal, relacionada ao trabalho e relacionada a colegas. A estrutura refinada tem 18 itens, seis por domínio, com médias de 0 a 100. O PontoAzul converte as respostas e mostra as três médias sem misturar a versão dos trabalhadores com a versão estudantil. O resultado entra no caso para revisão do laudo-base.
O CBI-Br, versão brasileira refinada do Copenhagen Burnout Inventory publicada por Rocha e colaboradores em 2020, é um autorrelato para professores e funcionários universitários. Seus 18 itens formam três domínios de seis: exaustão pessoal, do trabalho e com colegas. Respostas de 1 a 5 viram 0 a 100, e cada domínio recebe uma média. Não há corte clínico incorporado nem escore global ponderado reproduzido no fluxo.
Seis itens abordam cansaço e exaustão física ou psicológica percebidos pela pessoa.
Seis itens relacionam a experiência de exaustão às atividades profissionais da universidade.
Seis itens focalizam desgaste associado às relações com colegas de trabalho no ambiente acadêmico.
Você registra 18 respostas do CBI-Br aplicado a profissional universitário. Com as três médias contextualizadas, ele prepara um laudo-base editável para sua revisão.
A correção programada do PontoAzul converte 1 a 5 em 0 a 100 e calcula três médias de seis itens.
Testar com CBI-BrCalcule a idade na data de aplicação do CBI-Br
Autor(es): Tage S. Kristensen e colaboradores; adaptação brasileira de Rocha e colaboradores · 2005; versão brasileira refinada: 2020
Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .
O Copenhagen Burnout Inventory — versão brasileira para profissionais universitários (CBI-Br) deriva do instrumento de Kristensen e colaboradores, publicado em 2005. O CBI original organiza exaustão em dimensões pessoal, ligada ao trabalho e ligada a clientes. A equipe de Rocha e colaboradores estudou, em 2020, uma adaptação voltada a professores e funcionários de universidades públicas brasileiras. Nesse contexto, a referência a clientes foi substituída por colegas de trabalho, pois a experiência relacional investigada não é a mesma do atendimento a pacientes ou clientes.
A análise brasileira manteve três fatores, mas a solução refinada removeu um item da versão de 19 itens por baixa contribuição fatorial. Restaram 18 itens: seis sobre exaustão pessoal, seis sobre trabalho e seis sobre colegas. O estudo encontrou evidências psicométricas para essa estrutura na amostra universitária. Isso não torna a escala uma medida para todos os ambientes acadêmicos: estudantes, docentes e funcionários ocupam papéis diferentes, e a versão estudantil é outra.
No PontoAzul, cada resposta é convertida de cinco opções para pontos de 0 a 100, e a média de cada domínio é calculada. A implementação evita calcular um escore global ponderado porque os pesos necessários à reprodução dessa medida não estão publicados de forma operacional na fonte utilizada. A página apresenta três médias claras e as liga ao caso, permitindo que o profissional descreva onde a exaustão é relatada sem reduzir tudo a uma única nota.
Use o CBI-Br quando a avaliação aborda exaustão percebida por professor ou funcionário de instituição universitária e interessa distinguir desgaste pessoal, do trabalho e das relações com colegas. A pesquisa de validação examinou trabalhadores de universidades públicas brasileiras; a aplicação em outros contextos deve reconhecer essa origem. O instrumento pode apoiar conversa sobre condições laborais, acompanhamento e ações institucionais, desde que seja integrado a entrevista e observações de saúde. Se o avaliado é estudante universitário, a versão CBI-S é mais pertinente. Se é profissional de saúde e a questão inclui trabalho com pacientes, considere o CBI para profissionais de saúde.
Quando o CBI-Br não é a melhor escolha
Não aplique as médias do CBI-Br a estudantes universitários; o CBI-S possui estrutura própria de 23 itens e quatro domínios. Profissionais de saúde que trabalham com pacientes podem exigir a versão CBI-HCP. Se a pergunta clínica é sobre depressão ou outra condição, o burnout autorrelatado não substitui avaliação apropriada, como entrevista e instrumentos específicos.
A versão brasileira refinada para trabalhadores universitários retém 18 itens divididos em três contextos de exaustão.
| Dimensão | Itens | O que avalia |
|---|---|---|
| Pessoal | 6 itens | Cansaço e exaustão física ou psicológica percebidos pela pessoa. |
| Trabalho | 6 itens | Exaustão associada às atividades profissionais universitárias. |
| Colegas | 6 itens | Desgaste atribuído às relações com colegas de trabalho. |
Confirme que o avaliado é professor ou funcionário universitário e selecione a versão refinada brasileira de 18 itens.
Administre o protocolo já publicado, mantendo as instruções e cinco possibilidades de resposta da edição.
Confira se as 18 respostas estão completas; o item 10 da versão antiga não integra a estrutura refinada.
Transcreva as respostas no PontoAzul e registre data e contexto de trabalho.
Revise as três médias e relacione o padrão à entrevista antes de formular o documento.
Na versão refinada implementada, cada uma das 18 respostas recebe valor de 1 a 5. A conversão para a escala original de burnout é feita por 25 vezes a resposta menos 1: os valores resultantes são 0, 25, 50, 75 e 100. Os itens são agrupados em três fatores de seis, pessoal, trabalho e colegas. A soma de cada grupo dividida por seis produz sua média de 0 a 100. O item 10 da estrutura inicial de 19 itens não entra no cálculo.
A média alta expressa mais exaustão autorrelatada naquele domínio, sem estabelecer diagnóstico. O estudo brasileiro analisou um modelo global ponderado, mas a plataforma não o reproduz porque não há matriz pública suficiente para gerar a mesma conta de forma auditável. Evite somar as três médias como se fossem um índice clínico. No PontoAzul, as 18 respostas geram três médias separadas e alimentam um laudo-base editável que o profissional revisa junto ao contexto de trabalho.
Confirme a versão brasileira refinada de 18 itens e exclua o item 10 do modelo antigo.
Registre as 18 respostas válidas de 1 a 5.
Converta cada resposta para 0, 25, 50, 75 ou 100 usando resposta menos 1 vezes 25.
Some os seis itens pessoais e divida por seis.
Repita a média para trabalho e colegas, mantendo três resultados separados.
Descreva o padrão com contexto laboral, sem criar corte ou global não implementado.
Exemplo de correção
Caso fictício: professora universitária respondeu aos 18 itens; após conversão dos cinco níveis em pontos de 0 a 100:
Pessoal foi o domínio de maior média; os números não constituem diagnóstico por corte clínico.
As três médias do CBI-Br variam de 0 a 100, com valores maiores associados a mais exaustão autorrelatada em cada contexto. O estudo brasileiro de Rocha e colaboradores validou a versão refinada em professores e funcionários de universidades públicas, mas não forneceu um ponto de corte clínico individual reproduzível para esta implementação. As médias do artigo descrevem uma amostra e não se convertem em limites normativos. A proximidade entre exaustão pessoal e laboral também foi observada na análise psicométrica, portanto um domínio não isola uma causa única. Examine carga de trabalho, relações e histórico de saúde para interpretar o padrão. O CBI-Br de 18 itens não deve ser comparado numericamente com CBI-S estudantil de 23 itens ou CBI-HCP de 19 itens como se fossem versões idênticas.
O grupo de validação reuniu trabalhadores de universidades públicas. A versão refinada omite o item 10, e o fluxo calcula apenas médias de domínio; não apresenta diagnóstico nem total ponderado.
Incluir o item excluído
O modelo refinado usa 18 itens e não incorpora a antiga resposta do item 10.
Trocar colegas por pacientes
A dimensão relacional desta versão focaliza colegas universitários, não usuários de serviços de saúde.
Somar domínios num global
O PontoAzul calcula médias separadas, sem reproduzir o global ponderado do estudo.
Transformar média em diagnóstico
0 a 100 é escala descritiva de exaustão, não ponto de corte clínico.
No PontoAzul, a correção do CBI-Br segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.
O PontoAzul mantém as três médias do CBI-Br e a versão de 18 itens identificadas no caso.
Em 18/08/2026, professora universitária fictícia respondeu à versão brasileira refinada de 18 itens do CBI-Br. As médias convertidas foram 50 em exaustão pessoal, 37,5 em exaustão relacionada ao trabalho e 25 em exaustão associada a colegas, todas na escala de 0 a 100. A exaustão pessoal foi a dimensão de maior valor relativo no perfil. Esses escores descrevem autorrelato na ocasião e não foram classificados por ponto de corte clínico. A entrevista abordará rotina, carga de tarefas, recuperação fora do trabalho e relações institucionais. A interpretação final integrará outros dados de saúde e contexto antes de orientar medidas de acompanhamento.
Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.
Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.
IEP: 42 itens, sete práticas e índice positivo menos negativo.
IHSA-Del-Prette: 38 itens, frequência e dificuldade em seis fatores.
EAB-E: dois totais, percentis por localidade e 47 afirmativas.
IHS-2: 38 itens, escore geral e 5 fatores de habilidades sociais em adultos de 18 a 59 anos.
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