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Personalidade, habilidades sociais e bem-estar · Avaliação

HTP: Técnica do Desenho da Casa-Árvore-Pessoa

O HTP (House-Tree-Person) é a técnica projetiva gráfica em que a pessoa desenha uma casa, uma árvore e uma pessoa.

Idade
6 a 90 anos
Escore
Não há (qualitativo)
Manual vigente
Vetor, 2024
Origem
John N. Buck (1948)

HTP em resumo

O HTP (House-Tree-Person), ou Técnica do Desenho da Casa-Árvore-Pessoa, é uma técnica projetiva gráfica criada por John N. Buck em 1948. A pessoa faz três desenhos, cada um em uma folha, e o psicólogo pode conduzir um inquérito em seguida. O manual brasileiro de 2024 (Vetor) abrange de 6 a 90 anos e propõe análise qualitativa, sem escore total, norma ou ponto de corte, para levantar hipóteses sobre personalidade.

Desenhos
3 (casa, árvore, pessoa)
Idade
6 a 90 anos
Escore
Não há (qualitativo)
Manual vigente
Vetor, 2024
Origem
John N. Buck (1948)
Aplicação
Individual, lápis grafite e papel sulfite
SATEPSI
Favorável (edição de 2024); edição anterior desfavorável
Uso
Privativo do psicólogo

O que o HTP avalia?

1Casa

Primeiro desenho, feito em folha horizontal; costuma mobilizar temas da vida doméstica e das relações mais próximas.

2Árvore

Segundo desenho, em folha vertical; tende a acessar conteúdos menos controlados conscientemente pela pessoa.

3Pessoa

Terceiro desenho, em folha vertical; aproxima-se da visão de si mais consciente e da relação com o ambiente.

4Inquérito

Conversa posterior aos desenhos, a critério do profissional, que amplia o que a pessoa associa a cada produção.

Dados que viram resultado

Do HTP ao gráfico e ao laudo

Depois de aplicar o HTP presencialmente, você assinala no PontoAzul as características adaptativas, expressivas e projetivas de cada desenho e registra o inquérito, as áreas sombreadas e suas notas por eixo de interpretação. Com isso, o laudo-base descreve a produção e formula hipóteses condicionais apoiadas nas marcações, para você revisar, integrar à entrevista e assinar.

  • Protocolo dos três desenhos conferido
  • Padrão entre casa, árvore e pessoa
  • Laudo-base em linguagem de hipótese

Correção programada e Cérebro PontoAzul

O servidor confere idade, completude e regras de marcação do protocolo e organiza o registro por desenho, padrão entre desenhos, eixos de interpretação e referência de idade do manual, sem escore e sem leitura das imagens.

Testar com HTP

Calculadora de idade cronológica

A Técnica do Desenho da Casa-Árvore-Pessoa (HTP): avaliação psicológica no contexto brasileiro (House-Tree-Person)

Autor(es): John N. Buck (técnica original); Leila Salomão de La Plata Cury Tardivo, Maria Cecilia de Vilhena Moraes, Adele de Miguel Marques e Silésia Maria Veneroso Delphino Tosi (manual brasileiro) · 1948 (manual brasileiro: Vetor, 2024)

Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .

O que é o HTP?

O HTP (House-Tree-Person), conhecido no Brasil como teste da Casa-Árvore-Pessoa, foi apresentado pelo psicólogo norte-americano John N. Buck em 1948. É uma técnica projetiva gráfica de base psicodinâmica: ao desenhar três temas familiares a quase todas as pessoas, o examinando organiza a folha, o traço e os elementos de um modo próprio, e essa produção serve de material para hipóteses sobre como ele se percebe e se relaciona com o ambiente. Quem procura “htp teste” encontra, portanto, uma técnica de investigação da personalidade, não um questionário pontuado.

A referência vigente no país é A Técnica do Desenho da Casa-Árvore-Pessoa (HTP): avaliação psicológica no contexto brasileiro, de Leila Salomão de La Plata Cury Tardivo, Maria Cecilia de Vilhena Moraes, Adele de Miguel Marques e Silésia Maria Veneroso Delphino Tosi, publicada pela Vetor em 2024. O manual resulta de um programa de pesquisa do Instituto de Psicologia da USP, financiado pela FAPESP entre 2016 e 2018, que reuniu uma amostra não clínica ampla, de crianças a idosos, sete grupos clínicos com grupos de comparação e um estudo de concordância entre avaliadores.

A edição de 2024 recebeu parecer favorável no SATEPSI em dezembro de 2023 e abrange de 6 a 90 anos. A edição anterior, baseada no manual de Buck, passou a constar como desfavorável em janeiro de 2024 por estudo de validade vencido. O manual atual dispensa normas: a análise é qualitativa, organizada em perspectivas adaptativa, expressiva e projetiva, e integrada por eixos de interpretação.

Indicação e população

O HTP é indicado de 6 a 90 anos, em avaliação psicológica clínica, escolar, hospitalar e forense, quando a pergunta envolve autoimagem, modo de se relacionar com o ambiente, recursos de adaptação e conflitos. Funciona bem com crianças e com pessoas que se expressam pouco verbalmente, porque desenhar é uma tarefa conhecida e pouco ameaçadora. Na bateria, entra ao lado de entrevista, observação e instrumentos de natureza diferente, como inventários de personalidade e, em crianças, relatos de pais e professores. É de uso privativo do psicólogo, e a versão destinada ao porte de arma não tem parecer favorável.

Quando o HTP não é a melhor escolha

O HTP não mede inteligência, não rastreia transtornos e não decide sozinho uma seleção, perícia ou guarda. Evite-o quando limitação motora ou visual, tremor ou medicação distorcem o grafismo. A versão do HTP para porte de arma consta como desfavorável no SATEPSI. Para descrever traços com norma, prefira a BFP ou o IFP-II; para outra técnica projetiva, considere as Pirâmides Coloridas de Pfister.

Estrutura do HTP

A aplicação tem três desenhos em sequência fixa, cada um em folha própria, seguidos de inquérito opcional. Na análise, o profissional examina cada produção em três perspectivas — adaptativa, expressiva e projetiva — e depois compara os três desenhos entre si.

DimensãoItensO que avalia
CasaFolha 1, horizontalPrimeiro estímulo; muitas vezes revela como a pessoa se adapta à situação nova de avaliação.
ÁrvoreFolha 2, verticalEstímulo menos estruturado socialmente, útil para comparar o nível de organização com o da casa.
PessoaFolha 3, verticalFigura humana; reúne o maior número de elementos do protocolo.
InquéritoApós os 3 desenhosPerguntas abertas sobre cada desenho, registradas por escrito, para confrontar a produção com o relato.
Aspectos adaptativosCada desenhoAdequação temática e gráfica à tarefa e ao esperado para a idade.
Aspectos expressivosCada desenhoEstilo e uso da folha: tamanho, localização, pressão, traçado, sombreado, organização, simetria e rasuras.
Aspectos projetivosCada desenhoTratamento dado aos elementos próprios da casa, da árvore e da figura humana.

Protocolo de aplicação

  1. 1

    Prepare mesa limpa, boa iluminação, lápis grafite nº 2, borracha e três folhas de papel sulfite, apresentando uma folha por desenho.

  2. 2

    Peça primeiro o desenho da casa, com a folha na posição horizontal, e registre o tempo, a sequência de execução e os comentários espontâneos.

  3. 3

    Em seguida, peça a árvore e depois a pessoa, cada uma em folha vertical, mantendo sempre a mesma ordem dos três desenhos.

  4. 4

    Anote à parte o comportamento durante a tarefa: hesitações, apagamentos, giros da folha e verbalizações.

  5. 5

    Ao final, conduza o inquérito sobre cada desenho, se julgar pertinente, registrando por escrito as respostas e associações da pessoa.

  6. 6

    Guarde as três folhas originais identificadas: a análise é feita sobre elas, não sobre cópias.

Como corrigir o HTP

No HTP, “corrigir” não significa somar pontos. O trabalho do psicólogo é registrar com precisão o que aparece em cada desenho, conforme o protocolo de avaliação do manual de 2024, e organizar esse registro para a leitura. Cada folha é examinada em três perspectivas: a adaptativa (adequação temática e gráfica à tarefa e à idade), a expressiva (uso do espaço, tamanho, localização, pressão, traçado, sombreado, organização, simetria, linha de solo, transparência e rasura) e a projetiva (tratamento dado às partes da casa, da árvore e da figura humana).

Em seguida, os três desenhos são comparados entre si, distinguindo produção homogênea de heterogênea. O estudo de comparação entre idades, feito com participantes sem queixas, ajuda a separar o que é comum na faixa etária do que merece atenção. As características são então agrupadas em eixos de interpretação, que não são escalas nem listas fechadas.

No PontoAzul, você assinala as características verificadas em cada desenho (dois aspectos adaptativos e 16 expressivos comuns às três folhas, além dos aspectos projetivos próprios de casa, árvore e pessoa), registra o inquérito, as áreas sombreadas e notas por eixo. A plataforma confere idade, marcações obrigatórias e dependências, e organiza o protocolo por desenho, padrão entre desenhos, eixos e referência de idade, sem gerar escore e sem interpretar imagens.

  1. Confira identificação, data da aplicação e idade, que precisa estar entre 6 e 90 anos, e anote fatores que alteram o grafismo, como tremor, baixa visão ou medicação.

  2. Em cada desenho, registre os aspectos adaptativos: se a produção atende ao tema pedido e se a execução gráfica corresponde ao esperado para a idade.

  3. Registre os aspectos expressivos de cada folha, como posição do papel, tamanho, localização, pressão, traçado, sombreado, detalhes, organização e rasuras, seguindo as categorias do manual.

  4. Registre os aspectos projetivos, isto é, as características assinaladas nos elementos próprios da casa, da árvore e da pessoa, sem atribuir significado a nenhuma delas isoladamente.

  5. Compare os três desenhos: descreva se a produção é homogênea ou heterogênea e em qual desenho a qualidade muda.

  6. Consulte a referência de idade do manual para separar o que é frequente na faixa etária do que merece atenção psicológica.

  7. Organize as características pelos eixos de interpretação e formule hipóteses apenas quando houver convergência entre desenhos, inquérito e outras fontes.

Exemplo de correção

Exemplo demonstrativo, sem dados reais: adolescente de 13 anos, encaminhado pela família por retraimento na escola. Organização do protocolo, descrita apenas em categorias:

Desenhos registrados
Casa, árvore e pessoa
Adaptação
Temática nos 3; gráfica aquém na pessoa
Padrão entre desenhos
Heterogêneo (queda no 3º)
Referência de idade
2 características frequentes aos 12–14
Inquérito
Feito nos 3 desenhos
Hipóteses formuladas
2, cada uma com 2 ou mais apoios

Não há escore nem classificação: o resultado é uma formulação qualitativa. A queda de qualidade restrita ao desenho da pessoa chama a atenção para o tema desse desenho, e duas características foram lidas como próprias da faixa etária. As duas hipóteses seguem em linguagem condicional e ficam para confronto com entrevista, escola e outra técnica.

Interpretação dos resultados

O HTP não tem pontos de corte, percentis nem faixas: o manual brasileiro de 2024 dispensa normas e trata a análise como qualitativa e idiográfica. A leitura parte do conjunto. Primeiro, o profissional descreve como a pessoa se adaptou à tarefa em cada desenho e se a qualidade se mantém ou varia entre casa, árvore e pessoa. Depois, considera o estilo expressivo e as características projetivas, organizadas em eixos de interpretação, como adaptação e contato com a realidade, autoimagem, atitude diante do ambiente, energia e controle dos impulsos, relação entre realidade e fantasia e capacidade de elaboração. Uma característica isolada não tem significado próprio. Cada hipótese precisa de apoio em mais de um desenho ou perspectiva, ou em outra fonte, como o inquérito, a entrevista, a história e instrumentos de natureza diferente. O que é frequente na idade da pessoa pesa mais como nível de desenvolvimento do que como dado de personalidade.

Os estudos com grupos clínicos apresentados no manual mostram diferenças de frequência entre grupos e não permitem classificar um indivíduo, estimar risco ou sugerir diagnóstico. A validade da interpretação depende da formação do avaliador, e problemas motores, visuais, álcool, drogas e medicamentos afetam o traçado.

Erros comuns na correção manual

Ler uma característica isolada

Transformar um único detalhe do desenho em conclusão sobre a pessoa contraria o manual. Sem convergência entre desenhos ou com outra fonte, o dado permanece como observação.

Usar significados de fontes não vigentes

Listas de internet e o manual anterior, que consta como desfavorável no SATEPSI desde janeiro de 2024, não sustentam o laudo atual. A referência é a edição de 2024.

Ignorar a referência de idade

Características comuns em crianças pequenas ou em idosos podem refletir o nível de desenvolvimento gráfico. Ler esses dados como traço de personalidade gera hipóteses sem base.

Tratar o não assinalado como ausente

Uma dimensão que o profissional não registrou é dado faltante, não “normal” nem “ausente”. Completar o protocolo antes de interpretar evita conclusões apoiadas em lacunas.

Converter achado de grupo em diagnóstico

Uma característica mais frequente em um grupo clínico do manual também aparece em parte do grupo controle. Citar esse achado como prova individual é erro técnico e ético.

Esquecer fatores que alteram o grafismo

Tremor, baixa visão ou medicação mudam pressão e traçado; sem esse registro, uma limitação física vira dado emocional.

No PontoAzul, a correção do HTP segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.

Como o HTP aparece no laudo

Trecho demonstrativo, sem dados de paciente real. No PontoAzul, o laudo-base parte só do que o profissional assinalou nos três desenhos, do inquérito e das notas por eixo, sempre em linguagem de hipótese e sem escore.

Em 12/08/2026, o adolescente fictício, de 13 anos, realizou a Técnica do Desenho da Casa-Árvore-Pessoa (HTP), segundo o manual de Tardivo e colaboradoras (Vetor, 2024), com inquérito ao final. A produção mostrou adaptação temática adequada nos três desenhos e execução gráfica aquém do esperado apenas no desenho da pessoa, configurando um padrão heterogêneo. Duas características registradas são frequentes na faixa etária e foram consideradas como nível de desenvolvimento. A produção sugere cautela na exposição de si em situações novas, hipótese apoiada em dados de dois desenhos e no relato do inquérito, que precisa ser confrontada com a entrevista escolar e com outra técnica de natureza diferente. O HTP não estabelece diagnóstico.

Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.

HTP e instrumentos parecidos

  • Pirâmides Coloridas de Pfister: O Pfister é projetivo e não verbal, baseado na escolha de cores e na forma das pirâmides, com comparação a um grupo normativo adulto. O HTP é gráfico, não tem norma e cobre de 6 a 90 anos.
  • Palográfico: O Palográfico também é gráfico, mas expressivo e quantitativo: produz produtividade e NOR comparados a normas. O HTP analisa conteúdo e estilo de três desenhos livres, sem contagem.
  • BFP: A BFP é autorrelato de traços no modelo dos Cinco Grandes Fatores, com percentis. Combinar BFP e HTP junta descrição normativa de traços a hipóteses idiográficas sobre autoimagem.
  • IFP-II: O IFP-II mede necessidades de personalidade por inventário com normas. Em adolescentes e adultos, pode complementar o HTP quando a pergunta exige comparação com um grupo de referência.

Referências e fontes públicas

Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.

Bibliografia complementar (5)
  1. Buck, J. N. (1948). The H-T-P technique: A qualitative and quantitative scoring manual. Journal of Clinical Psychology, 4(4).
  2. Tardivo, L. S. P. C., Moraes, M. C. V., Marques, A. M., & Tosi, S. M. V. D. (2024). A técnica do desenho da Casa-Árvore-Pessoa (HTP): avaliação psicológica no contexto brasileiro. São Paulo: Vetor. ISBN 978-65-5374-181-2.
  3. Resende, S. M. M., & Ribeiro, R. K. S. M. (2025). O uso profissional da Técnica Projetiva do Desenho da Casa-Árvore-Pessoa (HTP): segundo opinião dos psicólogos. Avaliação Psicológica, 24, e24891. https://doi.org/10.15689/ap.2025.24.e24891
  4. Tardivo, L. S. P. C. (pesquisadora responsável). O desenho da casa-árvore-pessoa no contexto brasileiro: estudos de fidedignidade e validação. Auxílio à Pesquisa FAPESP, processo 16/10115-8, Instituto de Psicologia da USP, 2016–2018.
  5. Conselho Federal de Psicologia. (2022). Resolução CFP nº 31, de 15 de dezembro de 2022: diretrizes para a avaliação psicológica e regulamentação do SATEPSI.

Perguntas frequentes sobre o HTP

O que é o teste HTP?
O HTP é a Técnica do Desenho da Casa-Árvore-Pessoa, criada por John N. Buck em 1948. A pessoa desenha uma casa, uma árvore e uma pessoa, e o psicólogo analisa a produção para levantar hipóteses sobre autoimagem, adaptação e relação com o ambiente. É uma técnica projetiva gráfica qualitativa, sem pontuação.
O que significa HTP?
HTP é a sigla de House-Tree-Person, nome original em inglês do teste da casa árvore pessoa. As três palavras correspondem aos três desenhos pedidos, sempre na mesma ordem: primeiro a casa, depois a árvore e por último a pessoa, cada um em uma folha separada.
O HTP é aprovado no SATEPSI?
Sim, na edição de 2024. O manual de Tardivo, Moraes, Marques e Tosi (Vetor) recebeu parecer favorável em dezembro de 2023. A edição anterior, baseada em Buck, consta como desfavorável desde janeiro de 2024, e a versão para porte de arma também é desfavorável. Confira sempre a situação atual no site do SATEPSI.
Para qual idade é o HTP?
O manual brasileiro de 2024 abrange de 6 a 90 anos. Em crianças pequenas e em idosos, muitas características gráficas refletem o nível de desenvolvimento ou condições físicas, e o manual pede cautela especial a partir dos 80 anos, quando traços trêmulos podem ter causa motora.
O HTP tem pontuação ou ponto de corte?
Não. A edição de 2024 dispensa normas e não produz escore total, percentil ou faixa. O psicólogo registra as características de cada desenho, compara os três e formula hipóteses qualitativas, que precisam ser confirmadas por entrevista, inquérito e outros instrumentos.
Quanto tempo dura a aplicação do HTP?
Não há tempo-limite. A duração depende da idade, do ritmo de desenho e da realização do inquérito, que é feito depois dos três desenhos. O profissional anota o tempo e a sequência de execução de cada folha, porque esses dados entram na análise.
Qual a diferença entre HTP e Pfister?
Os dois são técnicas projetivas, mas com tarefas diferentes. No HTP, a pessoa desenha casa, árvore e pessoa, e a análise é qualitativa e sem norma, de 6 a 90 anos. No Pfister, monta três pirâmides com quadrículos coloridos, e cores e síndromes são comparadas a um grupo normativo adulto.
Como o PontoAzul ajuda com o HTP?
Você assinala as características verificadas nos três desenhos, registra inquérito e notas por eixo. O PontoAzul confere idade e completude do protocolo, organiza o registro por desenho, padrão entre desenhos, eixos e referência de idade, e prepara um laudo-base em linguagem de hipótese, sem escore e sem interpretar imagens. Teste grátis por 7 dias.

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