1Completar figuras
A criança identifica a alternativa que completa uma figura concreta ou abstrata apresentada em cada prancha colorida.
O R-2 é um teste não verbal de inteligência para crianças de 5 a 11 anos. Em 30 pranchas coloridas, a criança escolhe a figura que completa cada estímulo. A soma de acertos gera um escore de 0 a 30, interpretado por tabelas de percentis pertinentes à idade e ao tipo de escola. No PontoAzul, o profissional registra o protocolo já aplicado e leva os resultados ao laudo.
O R-2 — Teste Não Verbal de Inteligência para Crianças avalia raciocínio visual ligado ao fator geral de inteligência em crianças de 5 a 11 anos. A aplicação é individual, sem limite rígido de tempo, e costuma levar de 8 a 10 minutos. São 30 pranchas coloridas apresentadas em sequência. A criança escolhe a alternativa que completa cada figura, o examinador registra as respostas e soma os acertos. O bruto de 0 a 30 é convertido em percentil conforme as normas apropriadas.
A criança identifica a alternativa que completa uma figura concreta ou abstrata apresentada em cada prancha colorida.
O examinador observa como a criança reconhece padrões, semelhanças e relações entre elementos das figuras.
Além do total de acertos, a distribuição das respostas pode revelar quais problemas exigiram maior esforço.
Informe o escore bruto do R-2 já apurado, a data e a referência escolar. Revise o percentil na tabela correta e leve o conjunto organizado a um laudo-base editável.
O PontoAzul converte o bruto pela tabela da idade e referência escolar, preservando a regra publicada entre marcos de percentil.
Testar com R-2Calcule a idade na data de aplicação do R-2
Autor(es): Rynaldo de Oliveira; padronização de Helena Rinaldi Rosa e Iraí Cristina Boccato Alves · 2000 (manual; normas brasileiras atualizadas posteriormente)
Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .
O R-2 — Teste Não Verbal de Inteligência para Crianças foi idealizado por Rynaldo de Oliveira e desenvolvido para investigar o fator geral de inteligência por meio de raciocínio figurativo. O material publicado pela Vetor reúne 30 pranchas ou cartões coloridos. Em cada cartão há uma figura a completar; a criança escolhe uma alternativa, e o examinador registra a resposta. Algumas imagens partem de objetos concretos, próximos do repertório infantil, enquanto outras envolvem padrões abstratos. A apresentação é individual e segue a ordem numerada do material. Assim, a criança responde a uma tarefa visual relativamente breve sem precisar produzir explicações verbais longas.
A pesquisa piloto de Helena Rinaldi Rosa, publicada em 2003, examinou 52 crianças de 5 a 11 anos e ajudou a ajustar instruções e ordem dos itens antes da padronização. O artigo explica que a dificuldade não deveria simplesmente subir a cada cartão: novos tipos de raciocínio podem exigir um item de entrada mais fácil. Isso explica por que a análise de erros pode considerar a sequência e o tipo de problema, além da soma final. O manual de 2000 atribuído a Oliveira, Rosa e Alves aparece nas referências do estudo; a descrição comercial atual da Vetor apresenta normas atualizadas.
O nome R-2 pode ser confundido com o R-1 porque ambos tratam de inteligência não verbal e compartilham origem histórica. Eles diferem em público e material: o R-2 tem 30 cartões voltados a crianças de 5 a 11 anos; o R-1 Forma B tem 40 itens e normas de sua própria edição. A escolha deve seguir a idade e a pergunta da avaliação, não apenas a semelhança da sigla. O escore principal do R-2 é o total de acertos, posteriormente comparado ao grupo normativo indicado pelo manual.
O R-2 é indicado como parte da avaliação de raciocínio visual não verbal em crianças de 5 a 11 anos. A Vetor menciona contextos clínicos, escolares e hospitalares. Pode ajudar quando o profissional quer uma medida breve do desempenho em completar padrões figurativos, especialmente para articular achados cognitivos com queixas de aprendizagem, desenvolvimento ou adaptação escolar. A aplicação não depende de limite rígido de tempo e costuma levar de 8 a 10 minutos, o que favorece seu uso em baterias infantis. A resposta, porém, requer condições visuais e compreensão das instruções; uma dificuldade importante nessas condições deve ser documentada. O resultado não substitui entrevista, observação nem instrumentos para habilidades verbais e executivas.
Quando o R-2 não é a melhor escolha
O R-2 não substitui uma avaliação intelectual ampla quando a pergunta exige perfil verbal, memória, atenção e funções executivas. Fora da faixa de 5 a 11 anos, escolha normas de outro instrumento. Limitações visuais, dificuldade de compreender as instruções ou condições de aplicação diferentes das previstas no manual exigem exame cuidadoso antes de interpretar percentis.
As 30 pranchas coloridas são administradas uma por vez. O teste começa com figuras mais concretas e avança para relações visuais mais abstratas, sem produzir subescalas independentes no escore principal.
| Dimensão | Itens | O que avalia |
|---|---|---|
| Figuras concretas | Parte das 30 | Estímulos próximos à experiência infantil introduzem a tarefa de completar desenhos. |
| Figuras abstratas | Parte das 30 | Padrões e relações visuais exigem inferência com menor apoio em objetos familiares. |
| Total de acertos | 30 itens | Soma de respostas corretas usada para localizar o percentil normativo. |
Confirme idade de 5 a 11 anos, finalidade da avaliação, edição do R-2 e condições visuais que permitam observar as figuras.
Organize a aplicação individual, explique a tarefa segundo o manual e verifique se a criança entendeu o modo de escolher respostas.
Apresente uma prancha por vez na ordem numerada, sem impor limite rígido de tempo ou ensinar estratégias para os itens.
Registre a alternativa escolhida em cada cartão e anote omissões, hesitações e eventos que possam afetar a interpretação.
Apàs a aplicação, confira a folha, use o crivo da edição correspondente e consulte a tabela normativa pertinente.
A correção quantitativa começa após a administração individual das 30 pranchas. Cada resposta é comparada ao crivo correspondente à edição utilizada. A soma dos acertos gera um escore bruto entre 0 e 30. Antes de consultar percentis, o profissional confirma idade, tipo de escola e tabela válida para aquela versão do manual. A Vetor descreve normas por idade e escola pública ou particular. Uma conversão feita com referência diferente pode parecer precisa e ainda assim representar o grupo errado.
A correção qualitativa examina o grau de dificuldade e a distribuição dos erros, sem transformar observações em subescalas oficiais que o instrumento não fornece. O estudo piloto mostra que itens de um novo padrão de raciocínio podem ser intencionalmente menos difíceis que os anteriores. Essa informação impede interpretar cada erro tardio como falha progressiva simples. No PontoAzul, você transcreve o escore bruto já apurado e informa a referência escolar e a data. O sistema seleciona a tabela pela idade, calcula percentil e classificação e mantém a origem da conversão junto ao caso. O fluxo não exige respostas item a item. A interpretação e o texto do laudo permanecem revisáveis.
Confira a idade da criança, o tipo de escola e a edição do material antes de selecionar a tabela normativa.
Apresente as 30 pranchas na ordem prevista e registre na folha cada alternativa escolhida pela criança.
Compare as respostas registradas com o crivo da edição aplicada, mantendo omissões e marcas ambíguas identificadas.
Atribua um ponto por acerto e some o total para obter escore bruto de 0 a 30.
Localize o percentil na tabela correspondente à idade e ao tipo de escola, quando previsto pelo manual usado.
Registre o percentil, a fonte normativa e observações sobre estratégia, atenção e distribuição dos erros.
Exemplo de correção
Criança fictícia de 8 anos, estudante de escola pública, respondeu às 30 pranchas em aplicação individual. Para ilustrar apenas a soma bruta, o profissional conferiu três grupos de dez respostas pelo crivo:
Escore bruto 20 de 30. O percentil depende da tabela da edição usada para idade e escola; nenhum valor normativo foi inferido deste exemplo.
O R-2 não possui um ponto de corte bruto universal que transforme o total de acertos diretamente em categoria clínica. A Vetor descreve conversão do escore bruto em percentis segundo idade e tipo de escola nas normas do manual. A pesquisa piloto brasileira mostrou que a dificuldade dos itens não cresce de forma perfeitamente linear: quando um novo tipo de raciocínio é introduzido, um cartão mais fácil pode reaparecer. Por isso, além de registrar o percentil obtido na tabela correta, vale examinar quais respostas foram erradas e em que condições a criança trabalhou. Uma posição normativa descreve o desempenho naquela tarefa, não estabelece sozinha diagnóstico, potencial fixo ou prognóstico escolar. Quando a consulta ao manual ainda não ocorreu, o laudo deve mostrar apenas o bruto e manter a classificação pendente.
Idade, escola, edição do manual, acuidade visual, familiaridade com material figurativo, cansaço e entendimento das instruções mudam a leitura do resultado. Nunca calcule percentil de memória.
Usar tabela etária incorreta
Uma diferença de idade ou de edição pode mudar o percentil mesmo quando o bruto está corretamente somado.
Ignorar o tipo de escola
As normas descritas pela Vetor incluem referências por escola pública e particular; registre a referência efetivamente consultada.
Trocar a sequência das pranchas
O material é apresentado na numeração definida pelo manual. Alterar a ordem modifica a experiência da tarefa.
Reduzir a análise ao total
A distribuição de erros e a observação do raciocínio ajudam a contextualizar a pontuação sem criar subescores não previstos.
No PontoAzul, a correção do R-2 segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.
Trecho demonstrativo, sem dados de paciente real. No PontoAzul, você transcreve o escore bruto já apurado e informa a referência escolar e a data. O sistema seleciona a tabela pela idade, calcula percentil e classificação e mantém a origem da conversão junto ao caso. O fluxo não exige respostas item a item. A interpretação e o texto do laudo permanecem revisáveis.
O R-2 foi aplicado individualmente à criança fictícia de 8 anos em 12/03/2026. Foram apresentados os 30 cartões na ordem prevista, com registro das escolhas na folha de respostas. Apàs conferência pelo crivo correspondente à edição utilizada, observou-se escore bruto de 20 acertos em 30 itens. A classificação em percentil não é apresentada neste exemplo porque depende da tabela normativa pertinente à idade e ao tipo de escola. A análise qualitativa observou maior número de erros nos cartões finais, mas essa distribuição deve ser examinada à luz da dificuldade e do tipo de raciocínio de cada item. O resultado integra a avaliação cognitiva juntamente com histórico, observação clínica e outras medidas selecionadas pelo profissional.
Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.
Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.
Forma B com 40 itens e escore de 0 a 40, interpretado por percentil normativo.
Escala não verbal de 92 itens e oito níveis, aplicada dos 3 anos e 6 meses aos 9 anos e 11 meses.
WISC-IV: 15 subtestes, 4 índices fatoriais e QI Total para 6 a 16 anos.
SON-R 2½-7[a]: quatro subtestes e QI não verbal na edição incorporada ao PontoAzul.
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