1Raciocínio fluido
Analisa relações abstratas entre figuras e resolução de problemas novos, conforme o modelo do manual.
O R-1 Forma B é uma forma paralela do teste não verbal de inteligência R-1. Seus 40 itens de dificuldade crescente são respondidos de modo individual ou coletivo e geram um escore bruto de 0 a 40 acertos, interpretado pela norma da edição. No fluxo descrito pelo PontoAzul, a Forma B é o protocolo corrigido; por isso, confira a edição antes de transcrever as respostas.
O R-1 Forma B é um teste não verbal de inteligência com 40 itens que avalia raciocínio por padrões e relações figurativas. O manual de Sisto, Santos e Noronha foi publicado em 2004 como forma paralela ao R-1 original. A aplicação pode ser individual ou coletiva; cada acerto soma um ponto e o bruto varia de 0 a 40. A interpretação usa tabelas em percentis apropriadas à idade e ao manual aplicado, sem corte bruto universal. O fluxo deste slug corresponde à Forma B.
Analisa relações abstratas entre figuras e resolução de problemas novos, conforme o modelo do manual.
Explora componentes relacionados à experiência e aprendizagem, cuja contribuição é discutida na literatura da Forma B.
Você registra as 40 respostas da Forma B após a aplicação e confirma a idade do avaliado. O achado entra no laudo-base editável para interpretação em conjunto com a bateria.
O PontoAzul confere o crivo da versão, soma acertos e associa o percentil à referência normativa escolhida.
Testar com R-1Calcule a idade na data de aplicação do R-1
Autor(es): Fermino Fernandes Sisto, Acácia Aparecida Angeli dos Santos e Ana Paula Porto Noronha; forma paralela ao R-1 original · 2004 (manual da Forma B)
Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .
O R-1 Forma B é um teste não verbal de inteligência desenvolvido como forma paralela ao R-1 original. O manual da Forma B é atribuído a Fermino Fernandes Sisto, Acácia Aparecida Angeli dos Santos e Ana Paula Porto Noronha, com publicação em 2004 pela Vetor. O conjunto tem 40 problemas visuais de dificuldade progressiva. A pessoa observa relações entre elementos figurativos e indica a alternativa que completa cada problema. A resposta não exige produção verbal longa, mas depende de atenção, compreensão da instrução e possibilidade de registrar a escolha.
O R-1 original e a Forma B aparecem em produtos separados da Vetor. A Forma B pode ser útil em retestes e em avaliação de pessoas com menor escolaridade ou dificuldade de compreensão verbal, conforme a finalidade do manual. Seu escore quantitativo é a soma de acertos, interpretada em percentil com a referência da edição. O estudo de dimensionalidade publicado em Psicologia em Estudo observou que o total sozinho não explica toda a variação dos tipos de raciocínio da Forma B; a análise qualitativa de erros complementa a leitura.
Embora a página use o slug curto R-1, o fluxo descrito no catálogo do PontoAzul menciona explicitamente Forma B. Por isso, idade, crivo e percentis devem ser conferidos nessa versão antes de redigir o laudo. A semelhança dos nomes não permite substituir a tabela da Forma B pela do original.
A Forma B é indicada quando o profissional procura uma medida de raciocínio não verbal em adolescentes mais velhos e adultos contemplados por seu manual, incluindo situações de avaliação clínica, ocupacional e reteste. A Vetor descreve público de 15 a 76 anos e aplicação individual ou coletiva, com limite de 30 minutos. A baixa demanda de leitura pode facilitar a participação de pessoas com escolarização heterogênea, mas a escolaridade ainda influencia o resultado e deve ser documentada. Em neuropsicologia, a Forma B compõe a bateria e pode ser contrastada com linguagem, atenção e memória. Não substitui a investigação de funcionamento intelectual global.
Quando o R-1 não é a melhor escolha
Não use as normas da Forma B para respostas do R-1 original: as duas versões são paralelas, mas têm manuais próprios. Para crianças, SON-R ou WISC-IV abrangem faixas apropriadas. Se a pergunta clínica exige perfil intelectual amplo, uma única medida não verbal deve ser complementada por instrumentos de outros domínios.
A Forma B contém 40 itens figurativos de dificuldade crescente. A classificação principal resulta do total de acertos e da norma própria da versão.
| Dimensão | Itens | O que avalia |
|---|---|---|
| Itens iniciais | Parte dos 40 | Problemas visuais de menor complexidade que introduzem o formato. |
| Itens intermediários | Parte dos 40 | Relações figurativas com maior necessidade de comparação e inferência. |
| Itens avançados | Parte dos 40 | Problemas de maior complexidade para discriminar níveis de raciocínio. |
| Total | 40 itens | Soma de acertos convertida em percentil pela norma da Forma B. |
Identifique no material que a folha e o caderno são da Forma B e confirme idade e finalidade da avaliação.
Apresente as instruções do manual, verifique a compreensão sem explicar a solução dos itens e registre início da aplicação.
Administre os 40 itens de modo individual ou coletivo dentro das condições de tempo previstas na edição usada.
Confira marcas duplas, omissões e deslocamentos na folha antes de aplicar o crivo específico da Forma B.
Documente escore bruto, tabela normativa, percentil e observações qualitativas úteis para a interpretação.
O escore bruto da Forma B é o número de respostas corretas entre 40 itens, portanto varia de 0 a 40. A correção manual usa um crivo próprio. Depois da soma, o profissional recorre às tabelas normativas da edição para situar o desempenho em percentil por faixa etária. Não basta lembrar o percentil do R-1 original: os materiais são formas paralelas, mas têm referências de apuração próprias. A análise qualitativa examina o tipo e a distribuição dos erros sem copiar estímulos protegidos para o laudo.
No PontoAzul, você registra as 40 escolhas do protocolo Forma B já aplicado. A plataforma confere respostas, calcula o total de acertos de 0 a 40 e organiza o percentil correspondente à referência selecionada para revisão. O Cérebro PontoAzul usa o resultado validado junto dos demais dados do caso para preparar um texto-base editável.
Confirme que o protocolo preenchido é da Forma B, não do R-1 original; registre idade, data e condições de aplicação.
Depois da aplicação de até 30 minutos, confira a legibilidade das escolhas nos 40 itens e marque omissões separadamente.
Use somente o crivo da Forma B para atribuir 1 ponto a cada acerto e 0 a cada resposta errada ou omitida conforme o manual.
Some os acertos dos 40 itens para obter o bruto de 0 a 40 e revise possíveis trocas de linha na folha de respostas.
Localize a tabela de percentis prevista para a faixa etária e edição utilizadas; registre no laudo a referência da conversão.
Integre o desempenho quantitativo à análise qualitativa dos erros e às demais evidências, sem equiparar percentil a diagnóstico.
Exemplo de correção
Adulto fictício de 28 anos, em avaliação cognitiva, realizou a Forma B em 12/03/2026. Após a conferência dos 40 itens pelo crivo oficial, a soma foi auditada em quatro grupos de dez:
Resultado bruto 26 de 40. O percentil e a classificação exigem consulta à norma da Forma B pertinente à idade do avaliado.
O resultado do R-1 Forma B deve ser convertido pelas tabelas normativas da própria Forma B. A Vetor descreve percentis por idade para essa edição, enquanto o R-1 original aparece em catálogo separado com referências por escolaridade. Essa diferença impede transportar o bruto de um formulário para o outro. Um artigo em Psicologia em Estudo discutiu a dimensionalidade da Forma B e indicou que a pontuação global isolada não descreve completamente os modos de raciocínio envolvidos. Assim, a leitura deve informar escore bruto, percentil obtido na referência efetivamente usada e observações sobre o processo de resposta. Sem acesso à tabela normativa do manual, não há faixas numéricas públicas confiáveis para este texto reproduzir.
Idade, escolaridade, familiaridade com tarefas visuais e condições de aplicação afetam a interpretação. Confira se o material é Forma B antes de aplicar o crivo e a norma.
Corrigir Forma B como R-1 original
Os dois testes têm 40 itens, mas respostas e referências de percentil pertencem a materiais distintos.
Escolher norma por escolaridade errada
O R-1 original enfatiza tabelas por escolaridade; a Forma B usa referência etária descrita no catálogo Vetor.
Trocar linha na folha
Uma marca deslocada altera vários itens e pode mudar o bruto de 0 a 40 sem que a soma revele a causa.
Reduzir tudo ao percentil
A análise de erros e as condições da tarefa ajudam a entender o resultado, especialmente quando há baixa escolaridade.
No PontoAzul, a correção do R-1 segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.
Trecho demonstrativo, sem dados de paciente real. No PontoAzul, o profissional registra as respostas da Forma B já aplicada; os 40 itens são conferidos e o resultado integra um laudo-base editável.
No R-1 Forma B, aplicado em 12/03/2026, o avaliado de 28 anos obteve 26 acertos entre os 40 itens do protocolo. O escore bruto foi conferido pela folha e pelo crivo próprios da Forma B, preservando a distinção em relação ao R-1 original. A classificação em percentil deverá ser inserida após consulta à tabela normativa correspondente à faixa etária no manual de Sisto, Santos e Noronha (2004). O resultado contribui para a compreensão do raciocínio não verbal e precisa ser integrado à escolaridade, à observação da execução e às demais medidas da avaliação cognitiva.
Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.
Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.
WISC-IV: 15 subtestes, 4 índices fatoriais e QI Total para 6 a 16 anos.
WAIS-III: 14 subtestes, QIV, QIE, QIT e 4 índices fatoriais para 16 a 89 anos.
WASI: escores T, QI Verbal, de Execução e Total de quatro subtestes no módulo PontoAzul.
SON-R 2½-7[a]: quatro subtestes e QI não verbal na edição incorporada ao PontoAzul.
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