1Situações de aula
Reúne reações do estudante diante de explicações, exercícios e participação em matemática na escola.
A Escala de Ansiedade à Matemática (EAM) investiga desconforto diante de situações matemáticas. Os estudos apresentados nesta página descrevem uma forma de 25 situações, com respostas de 1 a 5 e total de 25 a 125. O fluxo atual do PontoAzul utiliza outro formulário infantil: 15 registros de 0 a 2, total de 0 a 30 e três faixas da planilha incorporada. Identificar essa diferença antes da transcrição evita aplicar a conta de uma versão aos resultados de outra.
A Escala de Ansiedade à Matemática investiga desconforto diante de situações escolares. A forma estudada de Carmo e Figueiredo tem 25 situações, respostas de 1 a 5 e total de 25 a 125. O formulário infantil atualmente disponível no PontoAzul é diferente: recebe 15 registros de 0 a 2, soma de 0 a 30 e três faixas da planilha incorporada. Esses resultados não são intercambiáveis; identifique o protocolo antes de transcrever.
Reúne reações do estudante diante de explicações, exercícios e participação em matemática na escola.
Descreve ansiedade antes, durante e depois de situações de prova e divulgação de resultados.
Inclui vivências relacionadas a tarefas de matemática e contato com a disciplina em outros contextos.
Transcreva os 15 registros do formulário infantil disponível, após confirmar sua correspondência com a aplicação realizada. O resultado segue ao laudo-base editável, onde você relaciona ansiedade matemática e dados escolares.
O PontoAzul valida valores de 0 a 2, soma de 0 a 30 e apresenta as três faixas da planilha incorporada.
Testar com EAMCalcule a idade na data de aplicação do EAM
Autor(es): João dos Santos Carmo e Renata M. E. Figueiredo; aperfeiçoamento por Carmo · 2005 (versão inicial); 2008 (aperfeiçoamento)
Conteúdo da equipe editorial PontoAzul, baseado nas fontes listadas ao final. Revisão editorial v2, atualizada em .
A Escala de Ansiedade à Matemática (EAM) foi proposta por João dos Santos Carmo e Renata M. E. Figueiredo em 2005, com aperfeiçoamento posterior por Carmo em 2008. A forma escolar de 25 situações pede ao estudante que indique a intensidade do desconforto em episódios comuns ligados à matemática. A resposta vai de nenhuma a extrema ansiedade. O instrumento surgiu no contexto brasileiro, onde a experiência de aula, a cobrança por resultados e a relação com a disciplina podem influenciar as respostas. Um estudo publicado no Bolema descreveu a aplicação a estudantes e apresentou a estrutura de 25 situações.
A EAM não é uma prova de cálculo. Ela registra a percepção de ansiedade em situações de estudo, participação e avaliação. Isso importa porque um aluno pode dominar um conteúdo quando pratica com apoio, mas sentir bloqueio intenso durante provas; outro pode ter desempenho acadêmico baixo por dificuldades de aprendizagem sem relatar grande ansiedade. Distinguir essas trajetórias ajuda a formular intervenção educacional mais precisa. A versão estudada usa escala de cinco intensidades e soma de 25 a 125 pontos. Pesquisas com amostras do Ensino Fundamental e Médio analisaram graus diferenciados de ansiedade. Um estudo psicométrico posterior encontrou dois fatores preliminares em adolescentes: ansiedade numérica e ansiedade ligada à avaliação. Essa estrutura investigada não deve ser automaticamente tratada como regra de pontuação de toda forma infantil.
No PontoAzul, o formulário infantil atualmente incorporado tem 15 registros pontuados de 0 a 2 e total de 0 a 30. Ele vem de uma planilha operacional e é diferente da escala de 25 situações descrita nos estudos acima. A plataforma organiza soma e três faixas dessa fonte, sem equivalência automática entre instrumentos. Confira o formulário já aplicado e mantenha sua identificação no resultado. A revisão profissional relaciona o registro às queixas escolares e às medidas de aprendizagem disponíveis no caso.
A EAM é pertinente quando estudantes do Ensino Fundamental ou Médio relatam evitação, apreensão ou reações físicas e cognitivas diante de matemática. Pode ser usada em contexto escolar, psicopedagógico ou clínico para explorar a intensidade percebida e quais situações despertam mais desconforto. É especialmente útil quando notas e desempenho parecem variar conforme o tipo de tarefa, como exercício em aula versus prova. O resultado ganha sentido junto a entrevista sobre experiências de ensino e a provas de desempenho acadêmico adequadas à série. A escolha da versão para crianças deve respeitar a forma efetivamente aplicada.
Quando o EAM não é a melhor escolha
Não use a EAM para concluir discalculia ou medir competência matemática. Para desempenho direto em aritmética, considere o TDE-II ou outro teste acadêmico apropriado. Ansiedade geral também exige instrumento específico; a EAM pergunta apenas sobre situações matemáticas.
As 25 situações aparecem em ordem própria do protocolo. Os grupos abaixo resumem contextos de uso, sem reproduzir enunciados ou pressupor subescalas oficiais.
| Dimensão | Itens | O que avalia |
|---|---|---|
| Sala de aula | Contextos | Participação, resolução de exercícios e interação durante o ensino. |
| Tarefas | Contextos | Estudo e atividades de matemática fora da aula. |
| Avaliações | Contextos | Antecipação, realização e resultados de provas. |
Explique que a escala pede sentimentos diante de 25 situações matemáticas, sem respostas certas ou erradas.
Assegure privacidade para reduzir influência de colegas e professores nas respostas.
Peça uma única intensidade de 1 a 5 em cada situação, conforme o protocolo.
Confira respostas não marcadas ou duplicadas antes de finalizar a aplicação.
Registre data, série e contexto escolar para interpretar o resultado junto à história de aprendizagem.
Na forma de 25 situações, a intensidade mínima vale 1 ponto e a extrema vale 5 pontos. O total possível, portanto, vai de 25 a 125. A soma de todas as respostas pode ser comparada com cinco faixas publicadas: nenhuma, baixa, moderada, alta e extrema ansiedade à matemática. A mesma pontuação total pode vir de padrões diferentes. Vale olhar se as respostas mais altas se concentram em provas, exposição diante da turma ou atividades de estudo, sem criar subescalas que a versão usada não prevê.
No fluxo atual do PontoAzul, a soma usa 15 registros de 0 a 2, totalizando 0 a 30. A fonte operacional classifica até 9 como ansiedade baixa, de 10 a 20 como moderada e de 21 a 30 como alta. Essas faixas pertencem à planilha incorporada; não substituem nem validam a pontuação de 25 a 125 apresentada na literatura. O profissional deve verificar se o protocolo aplicado corresponde ao formulário disponível antes da transcrição.
Confirme que a forma aplicada contém as 25 situações da EAM e que o estudante assinalou uma resposta por situação.
Atribua de 1 a 5 pontos conforme intensidade crescente: nenhuma, baixa, moderada, alta ou extrema ansiedade.
Confira omissões e respostas duplicadas antes de calcular; não trate branco como ausência de ansiedade.
Some os 25 valores para obter um total possível de 25 a 125 pontos.
Compare o total com a faixa publicada e identifique quais contextos suscitaram respostas mais intensas.
Integre a intensidade ao histórico de aprendizagem e a uma medida de desempenho matemático quando pertinente.
Exemplo de correção
Estudante fictício de 12 anos relata apreensão antes de provas. O protocolo de 25 respostas foi agrupado por valor apenas para mostrar a conta:
Total 63/125, na faixa de ansiedade moderada (51 a 75), segundo as faixas citadas por Carmo, Gris e Palombarini (2019).
Os cinco intervalos de intensidade usados neste exemplo vêm das faixas de 25 respostas apresentadas por Carmo, Gris e Palombarini (2019) e reproduzidas em pesquisa de Educação Matemática. São categorias para o total de autorrelato, não uma conclusão clínica automática. Um estudo psicométrico posterior descreveu dois fatores preliminares em estudantes do Ensino Médio, mas a correção aqui apresentada é a soma das 25 situações do protocolo infantil/escolar. Uma criança pode relatar maior desconforto em provas do que em exercícios cotidianos; essa diferença merece atenção mesmo que o total esteja em faixa intermediária. Compare resultado com idade, série, experiências de ensino e desempenho efetivo antes de formular recomendações.
| Faixa | Classificação | Leitura clínica |
|---|---|---|
| 25 | Nenhuma | Não há intensidade relatada nas situações da escala. |
| 26–50 | Baixa | Desconforto leve ou pontual em parte das situações. |
| 51–75 | Moderada | Ansiedade relatada com frequência ou intensidade intermediária. |
| 76–100 | Alta | Desconforto importante em várias situações matemáticas. |
| 101–125 | Extrema | Relato intenso e disseminado de ansiedade nas situações avaliadas. |
Confirme a versão aplicada e a referência escolhida, pois estudos podem usar critérios diferentes. A soma não informa causa da ansiedade nem substitui avaliação da aprendizagem.
Começar a escala em zero
Nesta versão, a menor opção vale 1; iniciar em zero altera a faixa total e a classificação.
Somar menos de 25 respostas
Omissões mudam o total; confirme cada situação antes de interpretar a faixa.
Confundir ansiedade e desempenho
Uma resposta elevada descreve desconforto, não prova erro em cálculo ou discalculia.
Ignorar o contexto da prova
O total pode ocultar reações especialmente fortes em avaliações; examine o padrão de situações.
No PontoAzul, a correção do EAM segue as regras do instrumento e mostra o cálculo para você conferir. Teste grátis por 7 dias.
Exemplo educacional da forma de 25 situações descrita na literatura. Não representa uma saída automática do fluxo atual do PontoAzul, que usa 15 registros de 0 a 2.
Em 12/03/2026, o estudante fictício de 12 anos respondeu às 25 situações da Escala de Ansiedade à Matemática (EAM), obtendo 63 pontos de um intervalo possível de 25 a 125. Pela referência de faixas apresentada por Carmo, Gris e Palombarini (2019), o resultado situa-se em ansiedade moderada. O estudante relatou desconforto particularmente antes de avaliações, informação coerente com a queixa trazida pela família. A escala descreve intensidade percebida e não mede desempenho matemático. Recomenda-se confrontar essa leitura com entrevista, histórico de ensino e prova acadêmica adequada à série antes de definir estratégias de apoio.
Trecho ilustrativo de caso fictício. O texto final é sempre revisado pelo profissional.
Fontes consultadas pela equipe editorial para revisar as informações desta página.
15 afirmações em três domínios; perfil descritivo de 0 a 45 pontos.
Quarenta afirmações em quatro dimensões de motivação escolar.
Três subtestes, tempo e erros por idade de 6 a 14 anos.
13 áreas de pré-alfabetização com acertos e percentuais por área.
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