Para organizar a correção do SRS-2, comece pela forma aplicada e por quem respondeu ao protocolo. Em seguida, confira o preenchimento, registre as informações exigidas e examine os resultados junto ao contexto da avaliação. No PontoAzul, o fluxo conecta o instrumento à organização do caso e ao laudo-base.
A SRS-2 descreve aspectos de responsividade social. A página do distribuidor PAR apresenta o instrumento e suas formas. A edição e as normas utilizadas no seu contexto precisam corresponder ao material aplicado; a página internacional não substitui o manual da versão brasileira.
Identifique forma, idade e respondente
Anote quem respondeu e em qual contexto conhece a pessoa avaliada. Um relato familiar e um relato escolar podem representar experiências diferentes. Identificar a origem evita misturar protocolos como se fossem uma única observação.
Confira também a data e a forma selecionada. Se o resultado parecer incompatível com as informações disponíveis, volte à entrada antes de elaborar uma justificativa clínica. Essa conferência ajuda a distinguir erro de registro e diferença real entre perspectivas.
Revise o preenchimento antes de interpretar
Verifique respostas ausentes, marcações ambíguas e valores fora do esperado. Siga as regras da edição utilizada para tratar essas situações; não complete uma resposta por intuição. Registre a decisão tomada para que a conferência permaneça compreensível.
Na página do SRS-2, consulte o funcionamento apresentado para a plataforma. O motor de correção processa as entradas pelas regras implementadas. A leitura de documento, quando disponível, auxilia a entrada e continua exigindo revisão.
Leia o total junto ao perfil
Resultados por domínio ajudam a organizar a conversa clínica. Confira a legenda, a direção da escala e as classificações correspondentes. Um gráfico facilita a localização de informações; sua interpretação depende do protocolo, do contexto e dos demais dados da avaliação.
Exemplo demonstrativo: dois respondentes descrevem intensidade diferente em uma dimensão. O profissional mantém os registros separados e busca situações concretas em que o comportamento aparece. A diferença passa a ser uma pergunta para aprofundar, em vez de um motivo para eliminar um dos relatos.
Integre os achados ao documento
Na redação, identifique instrumento, forma, respondente e período. Diferencie o resultado da escala, a interpretação profissional e a informação de outras fontes. O leitor precisa compreender de onde vem cada conclusão.
As recomendações NICE para avaliação de autismo orientam que um instrumento específico, isoladamente, não determine o diagnóstico. O papel do software é manter as informações acessíveis ao profissional durante essa integração.
Demonstração e próximo passo
Assista à demonstração de correção do SRS-2. Para comparar organização, visualização e redação na rotina, percorra o instrumento com um caso demonstrativo que você já conhece.
Consulte também o hub de autismo e responsividade social, o guia de diferenciação TDAH e TEA e a elaboração de laudo com IA PontoAzul.